"Eu não fiz as jogadoras se sentirem conectadas. O primeiro tempo era o grande momento. No segundo tempo, nós tentamos. E estou feliz por termos uma segunda chance (de classificação) contra a Jamaica. Mas é algo que preciso entender, como eu poderia ter feito o time se sentir mais alegre. É algo que preciso entender e prepará-las melhor", avaliou a treinadora do Brasil, Pia Sundhage.
A técnica sabe que o time precisa ser mais parecido com o que venceu o Panamá na estreia. Misturando inglês e português, Pia resumiu o que precisa para a decisão da próxima rodada: "in the first half there was no alegria. no ousadia (no primeiro tempo, não houve alegria, nem ousadia)".
A atacante Debinha, autora do gol brasileiro contra a França, também avalia que o primeiro tempo foi ruim. Ela espera, porém, um desempenho melhor contra a Jamaica. "Podemos ver a diferença do segundo tempo. Devemos começar assim desde o início. Elas tiveram a oportunidade que procuraram. Temos que prestar mais atenção", cobrou.
"Nosso objetivo sempre é a vitória. Contra a Jamaica, vai ser do mesmo jeito. Vamos desde o início para isso. Se jogarmos como foi este segundo tempo, tenho certeza que vamos sair com vitória", espera a atacante.
Se a Jamaica vencer o Panamá, em jogo neste sábado, o Brasil precisa da vitória para garantir a classificação. Caso a Jamaica não vença, um empate pode garantir as brasileiras na próxima fase.
Brasil levou gol ‘conhecido’ da equipe francesa
O técnico francês, Hervé Renard, reconheceu o esforço de sua seleção diante de um adversário difícil. Ele reconheceu que foi um desafio depois do empate francês contra a Jamaica na primeira rodada: "A gente sofreu nos últimos minutos. Mas tivemos coragem de reagir depois de tomar o gol e fazer o segundo. Esse tipo de jogo faz a diferença, porque enfrentamos e batemos uma bela equipe do Brasil. Sempre é complicado e duro. Hoje tivemos eficácia para ganhar".
A França lidera o grupo F com 4 pontos. Em seguida, vem o Brasil, com 3. Jamaica tem 1 e Panamá, 0.