Ferroviário realiza eleições com duas chapas na disputa pela presidência; veja propostas

Pleito será realizado na sede do clube neste sábado

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Redação jogada@svm.com.br
Legenda: Rodger Raniery e Newton Filho, candidatos à presidência do Ferroviário.
Foto: Reprodução/TV Diário

O Ferroviário terá uma nova diretoria executiva a partir deste sábado, 1º de novembro, quando serão realizadas as eleições para o próximo triênio. Duas chapas estão concorrendo ao pleito. São elas: "Amor e Lealdade" e "Futuro, Orgulho e Tradição". O Jogada 1º tempo desta sexta-feira (31) ouviu Rodger Ranieri e Newton Filho, representantes de cada candidatura. O pleito ocorrerá na sede do clube. Veja mais informações aqui.

Rodger Raniery - Candidato à presidência pela Chapa "Amor e Lealdade"

  • Advogado, foi Procurador-Geral do Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol do Ceará (TJDF-CE). Também atuou por oito anos como Diretor Jurídico do Ferroviário.

"Quero trazer o torcedor para perto, de volta para o clube. Torcedor esse castigado nas últimas gestões, torcedor esse afastado do Ferroviário. Quero trazer de volta o torcedor, fazer mais eventos, mais festas escolares dentro do Elzir Cabral, trazer essas crianças carentes para dentro do Elzir Cabral. Temos que caminhar no mesmo passo, na mesma velocidade. O Ferroviário unido sempre cresceu. Esse é o nosso objetivo.

Temos planejamentos em todas as áreas. Tanto no marketing, como expansão da marca, fazer parcerias com mais empresários. Para o sócio-torcedor ter não só o futebol como atrativo, mas descontos em lojas, cinemas... Também expandir a escolinha do Ferroviário, levar para bairros, areninhas, fazer com que essas crianças tenham um acompanhamento psicossocial, nutricional. E, acima de tudo, que o clube possa participar efetivamente da vida educacional dessa criança, assim como fazem Ceará e Fortaleza.

Temos também projetos no Departamento Jurídico para acompanhar o processo da SAF. Não temos a certeza se vamos receber o clube com essa Makes assinada. O torcedor pode ficar tranquilo que, se eu receber o clube sem a SAF assinada, só vou assinar se tiver o contrato seguro, que proteja o Ferroviário. E, segundo, que a Makes e a SAF aportem recursos para estrutura, para o campo, para pagamento de débitos. Caso receba o clube com a SAF assinada, nós vamos fiscalizar. Termos pulso para, numa eventual quebra contratual, termos pulso para quebrar o contato. 

Pretendo também fazer uma coisa simples, mas de suma importância: que é o portal da  transparência. O Torcedor precisa saber o que é que entra e o que é que sai do Ferroviário." 

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Newton Filho - Candidato à presidência pela Chapa “Futuro, Orgulho e Tradição”

  • Empresário e Executivo de futebol, foi presidente e vice do Ferroviário entre os anos de 2019 a 2022, além de presidente do conselho fiscal e diretor de marketing. 

"A nossa proposta é resgatar a credibilidade do clube. Reestruturar o patrimônio que ficou esquecido nos últimos três anos. Eu já participei de um grande momento de reconstrução do Ferroviário lá em 2015, quando entrei na diretoria de marketing. E hoje é um novo momento de reconstrução. As duas propostas são bem claras: o nível de preparação para o momento delicado do Ferroviário também está bem claro entre as duas chapas. 
Talvez não tenhamos outro momento mais a frente porque aí já vai estar a venda realmente consolidada. E o torcedor teve uma amostra grátis do que é essa empresa na gestão do clube há um ano. Se o torcedor quer mudanças, a chapa é Futuro, Orgulho e Tradição.

Nós temos a volta do Clovis Dias, presidente bicampeão pelo clube. Temos a possibilidade de um nome como o dele à frente do setor do futebol. Tem o planejamento de buscar peças no futebol sul-americano. Acho que esse pode ser um caminho. A volta dele também representa uma reconciliação do Ferroviário com a sua história. 

Nossa intenção é resguardar o clube. Não vamos pensar que essas pessoas (SAF) terão preocupação com a história do Ferroviário e muito menos com o resultado desportivo. Eles buscam o resultado financeiro. E aí, torcedor, daqui a três anos não vai ter como reclamar. É saber que o seu amado clube vai ter um dono, e o Ferroviário que poderemos ter na mão dessas pessoas não será aquele que a gente aprendeu a amar e a torcer.

Sonho com o Ferroviário forte para que meus filhos e netos tenham time para torcer porque, diante da gravidade que estamos vendo, pode ser que daqui a alguns anos nós não tenhamos o Ferroviário para torcer."

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