Fifa irá distribuir R$ 4 bilhões entre as 48 seleções participantes da Copa do Mundo de 2026

Entidade projeta arrecadar mais de US$ 11 bilhões no ciclo entre 2023 e 2026

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 16:13)
Legenda: A Fifa abriu nova fase para compra de ingressos para a Copa do Mundo 2026
Foto: Divulgação / FIFA

A FIFA prepara um novo salto financeiro para a Copa do Mundo de 2026, e isso deve impactar diretamente o bolso das seleções. Embalada por receitas bilionárias, a entidade quer turbinar ainda mais a premiação do torneio, que já será a edição mais lucrativa da história.

A FIFA estuda ampliar os valores pagos às seleções que disputarão a Copa do Mundo de 2026, impulsionada por um cenário financeiro extremamente positivo. A entidade projeta arrecadar mais de US$ 11 bilhões no ciclo entre 2023 e 2026, o que abre margem para elevar os bônus distribuídos no torneio. 

A tendência já começou a se concretizar. A entidade aprovou recentemente um aumento de aproximadamente 15% na distribuição total, elevando o montante para cerca de US$ 871 milhões (mais de R$ 4 bilhões) para as 48 seleções participantes. 

Inicialmente, o valor total da premiação havia sido definido em cerca de US$ 655 milhões, já representando um aumento de 50% em relação à Copa de 2022. No entanto, com o crescimento das receitas comerciais, impulsionadas por patrocínios, direitos de transmissão e expansão do torneio a FIFA passou a discutir um novo reajuste. 

Além do crescimento na premiação, os valores destinados à preparação das equipes e à participação também foram reajustados. Cada seleção, por exemplo, deve receber uma cota maior apenas por disputar o torneio, além de bônus progressivos conforme o avanço nas fases.

Copa de 2026 será a mais rica da história

O Mundial que será realizado nos Estados Unidos, Canadá e México marcará uma nova era financeira no futebol. Com 48 seleções, o torneio também terá mais jogos, mais receitas e maior alcance global.

Estimativas de mercado apontam que a competição pode ultrapassar US$ 10,9 bilhões em faturamento, superando com folga os números da Copa do Catar, em 2022.

Diante desse cenário, a FIFA reforça a estratégia de reinvestir parte dos ganhos no próprio futebol, aumentando premiações e distribuindo mais recursos às federações nacionais.

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