CBF vai aguardar resposta de Carlo Ancelotti sobre Seleção Brasileira até maio

Italiano é um dos cotados para substituir Tite na Amarelinha

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Estadão Conteúdo producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 16:25)
Legenda: Carlo Ancelotti comanda atualmente o Real Madrid
Foto: Divulgação/Real Madrid

Sonho de consumo do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, o técnico italiano Carlo Ancelotti segue sendo o favorito para assumir o comando da Seleção Brasileira. Mas, aos poucos, Ednaldo começa a avaliar a possibilidade de ter de recorrer a um plano B. Com o sim ou o não do italiano que atualmente dirige o Real Madrid, o dirigente espera definir o substituto de Tite até o fim do próximo mês.

Até o momento, a CBF não fez nenhum convite formal a Ancelotti, que está concentrado em levar o Real a mais uma final da Liga dos Campeões - o time enfrentará o Manchester City. O time ainda tem pela frente a decisão da Copa do Rei da Espanha e, matematicamente, ainda briga pela liga.

"Estamos dentro daquela situação, que é realmente avançar. Nós vamos procurar e, dentro deste mês de maio, acredito que até antes da convocação da Seleção - que deverá acontecer no dia 25 de maio -, a gente já tenha uma posição mais clara em relação a treinador da seleção brasileira", disse Ednaldo nesta terça-feira, logo após apresentar o resultado financeiro da CBF em 2022.

A final da Liga dos Campeões está marcada para 10 de junho, e não está totalmente descartado que, caso o Real avance à decisão, a CBF aguarde mais algumas semanas para anunciar o seu técnico. Mas, para isso, a entidade espera receber pelo menos alguma sinalização positiva de Ancelotti. Caso contrário, poderá partir mesmo para avaliar outros nomes.

"Tenho sempre um plano B, mas não é a escolha do presidente. A partir do momento que a gente tem um compromisso com toda a sociedade brasileira, a gente tem que ouvir também os clamores tanto de vocês da imprensa, quanto da sociedade. Isso também nos norteia. Portanto, esse plano B eu só quero colocar em prática a partir do momento que o plano A não dê certo", sustentou Ednaldo.

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