Estados e municípios receberão 13,8 milhões de doses de Astrazeneca até fim do mês, diz MS

Alguns estados relatam a falta do imunizante, mas pasta orienta que localidades cumpram o que diz o Plano Nacional de Operacionalização

Vacina AstraZeneca
Legenda: Estados e municípios devem receber 13,8 milhões de doses da vacina AstraZeneca até o próximo dia 30 de setembro, diz Ministério da Saúde
Foto: Pool / AFP

Estados e municípios brasileiros devem receber 13,8 milhões de doses da vacina AstraZeneca até o próximo dia 30 de setembro. É o que diz o Ministério da Saúde, com base no cronograma já previsto no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). 

Conforme o PNO, as vacinas serão destinadas à segunda dose para a população atendida com remessa distribuída no último dia 2 de julho.

Após alguns estados relataram falta do imunizante para a segunda dose nos últimos dias, a pasta emitiu ofício aos gestores locais nesta segunda-feira (13). A orientação é que as recomendações do Plano sejam seguidas, sob risco de as localidades sofrerem desabastecimento antes de completarem os esquemas vacinais. 

Entre elas, manter o intervalo de 12 semanas entre a primeira e a segunda dose do imunizante, já que a distribuição é realizada a partir deste cálculo, assim como não usar parte dos imunizantes destinados para segunda dose como primeira dose.

Cronograma

Segundo esclarece o Ministério, foram realizadas quatro pautas de distribuição de Astrazeneca entre os dias 2 de julho e 6 de agosto, com remessas destinadas à primeira dose. 

Seguindo esse planejamento, o primeiro grupo recebe os 13,8 milhões de imunizantes dentro do prazo. Já o último grupo contemplado nessas distribuições pode tomar a segunda dose até o dia 4 de novembro.

Mais 62 milhões de doses da Astrazeneca estão previstos para 2021, conforme a pasta, o que garante a segunda dose sem prejuízos para a população.

"Assim sendo, ressaltamos que o cronograma de distribuição de lotes de imunizantes do MS aos Estados está dentro do prazo previsto", disse o Ministério em nota. 

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