Intervalo da dose de reforço contra a Covid-19 passa de 6 para 5 meses para todos os adultos

Segundo o MS, em novembro mais de 12,4 milhões de brasileiros estão aptos a tomar a dose de reforço

Idoso sendo vacinado
Legenda: Atualmente, o intervalo é de seis meses após a segunda dose
Foto: Fabiane de Paula / SVM

O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (16), que reduzirá o intervalo da dose de reforço de seis para cinco meses após o esquema vacinal completo (duas doses). Além disso, a dose adicional está liberada para qualquer pessoa com mais de 18 anos. 

As informações foram divulgadas em coletiva, na manhã desta terça. Segundo o ministro Marcelo Queiroga, a logística para a dose de reforço dos demais públicos será definida pelos municípios.

A pasta, contudo, ainda fará a distribuição dos imunizantes para essa finalidade. O cronograma não foi divulgado. 

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 100 milhões de pessoas estarão aptas a receber o reforço no Brasil. Essa vacina adicional, preferencialmente, será a Pfizer.

 

Quando começará e como será no Ceará

Em nota, a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) informou que ainda aguarda oficialização do Ministério da Saúde (MS).

"Essa aplicação deverá ocorrer por faixa etária decrescente, sempre condicionada ao envio das doses pelo MS, específicas para este público. Importante ressaltar que o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19 (PNO) preconiza que somente deve receber dose de reforço ou adicional quem tomou a segunda dose em intervalo mínimo de cinco meses", comunicou a pasta. 

Segunda dose da Janssen

No caso daqueles que tomaram a dose única da Janssen, o cronograma será diferente. Segundo o ministro, esse público receberá uma segunda dose (D2), do mesmo fabricante, após dois meses da primeira aplicação. Depois de cinco meses, então, receberá a dose de reforço. 

Dose de reforço no Brasil

No País, a dose de reforço começou ser aplicada em idosos e imunossuprimidos em setembro. Depois, os profissionais de saúde foram inclusos no calendário.

A determinação inicial era de que a aplicação deveria ocorrer após 28 dias da segunda dose (D2) para imunossuprimidos. Já para o público da terceira idade e profissionais de saúde o prazo era de seis meses. Naquele mesmo mês, Fortaleza começou a ministrar a dose adicional. 

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