Viúvo de Isabel Veloso rebate críticas por assumir nova relação

Nas redes sociais, Lucas Borbas afirmou estar "se permitindo"; depois, postou um desabafo sobre o julgamento alheio do próprio luto.

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 16:40)
Montagem com duas fotos lado a lado: na esquerda, uma mulher de óculos e cabelos longos abraça carinhosamente um bebê que segura um brinquedo; na direita, a mesma criança aparece sorridente entre um homem, Lucas Borbas, e uma mulher de cabelos curtos, Isabel Veloso, em um retrato familiar iluminado.
Legenda: Lucas Borbas compartilhou imagem de uma mulher não identificada com o filho, Arthur (à esquerda), ao assumir novo relacionamento; à direita, retrato dele com o filho e a então esposa, Isabel Veloso.
Foto: Instagram / Reprodução.

Lucas Borbas, viúvo da influenciadora Isabel Veloso (2006-2026), rebateu críticas que tem recebido nas redes sociais por assumir um novo relacionamento amoroso pouco mais de três meses depois do falecimento da esposa.

Na noite da quarta (15), Lucas postou uma foto de uma mulher, que seria a nova namorada, acompanhada de Arthur, filho dele com Isabel.

“Sim... estou me permitindo. E tem sido bom viver isso. Conheci uma pessoa maravilhosa, que aceitou minha história, amou meu filho e tem se dedicado muito”, escreveu.

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Já na manhã desta quinta (16), ele compartilhou um longo texto se posicionando quanto às críticas recebidas.

“Muita gente está me julgando porque se passaram 3 meses. Mas desde quando o amor de alguém se mede por um cronômetro? Desde quando existe um prazo universal para o luto?”, questionou.

Segundo Lucas, o processo de luto luto dele começou “muito antes da despedida final”. Ele ressaltou que “honrou” Isabel “do começo ao fim” e afirmou que apenas ele sabe as promessas que fez para a então esposa. 

“Só eu sei quantas vezes ouvi dela: 'Seja feliz. Continue vivendo. Faça isso por você e pelo nosso filho’. Então ninguém tem o direito de reduzir minha história a um julgamento baseado em calendário. Seguir em frente não é traição. Não é esquecimento. Não é falta de amor”, afirmou.

É honrar também os últimos desejos de quem partiu. Se 3 meses para alguns é pouco, respeito. Mas o meu tempo de luto pertence a mim, não à opinião de quem nunca viveu o que vivi”, finalizou.

Veja o desabafo na íntegra:

Captura de tela de um story do Instagram publicado por Lucas Borbas, apresentando um longo texto reflexivo sobre luto e julgamento após a perda de sua esposa. As frases estão organizadas em blocos sobrepostos a uma imagem de fundo que mostra uma criança pequena descansando em uma cadeirinha de carro, acompanhada de um brinquedo de pelúcia.
Legenda: Desabafo de Lucas Borbas foi postado na manhã desta quinta-feira (16) nas redes sociais.
Foto: Reprodução / Instagram.

"Muita gente está me julgando porque se passaram 3 meses.

Mas desde quando o amor de alguém se mede por um cronômetro? Desde quando existe um prazo universal para o luto?

Há quem leve anos. Há quem precise de meses. E há quem comece a viver esse luto muito antes da despedida final — como foi comigo.

Eu vivi a dor da perda antes mesmo do último adeus. Vivi o medo, a impotência, o sofrimento, as noites sem dormir e a dor de ver quem eu amava lutar todos os dias.

Eu honrei minha esposa do começo ao fim. Estive presente quando muitos não suportariam estar. Nos hospitais, nas consultas, nas crises, nas madrugadas difíceis e em cada batalha que a doença trouxe.

Eu não abandonei quando ficou difícil. Não virei as costas. Não falhei com ela.

Fui marido, companheiro, cuidador e apoio até o último instante.

E só eu sei das promessas que ela me pediu para cumprir. Só eu sei das conversas que tivemos longe das câmeras. Só eu sei quantas vezes ouvi dela: 'Seja feliz. Continue vivendo. Faça isso por você e pelo nosso filho.'

Então ninguém tem o direito de reduzir minha história a um julgamento baseado em calendário. Seguir em frente não é traição. Não é esquecimento. Não é falta de amor.

É honrar também os últimos desejos de quem partiu.

Se 3 meses para alguns é pouco, respeito. Mas o meu tempo de luto pertence a mim não à opinião de quem nunca viveu o que vivi"

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