Record TV tem onda de demissões incluindo apresentadora Patrícia Costa

Empresa diz que passar por reorganização em suas frentes de trabalho

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
17 de Julho de 2023 - 22:45 (Atualizado às 06:48, em 18 de Julho de 2023)
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Legenda: Record TV realiza corte de mais de 200 funcionários
Foto: Divugação/Record TV

A Record TV promove um grande corte de funcionários em sua sede em São Paulo, iniciado nesta segunda-feira (17). Serão mais de 200 profissionais demitidos ao longo da semana, segundo reportado pelo site Notícias da TV.

Entre os demitidos, estão a apresentadora Patrícia Costa, os repórteres Roberto Thomé, Mauro Junior e Sylvestre Serrano e o diretor de Apoio Operacional do Jornalismo, Luiz Cardamone.

Patrícia Costa confirmou o desligamento em seu perfil do Instagram. "Depois de 16 anos, hoje foi meu último dia na Record. Foram 3 anos na Record Minas, onde fiz reportagens, apresentei jornais e programas. Fiquei fora do vídeo um tempo também só como editora e tive a incrível experiência de fechar um jornal", escreveu.

A apresentadora detalhou que ainda ocupou os cargos de 'garota do tempo', repórter e apresentou quase todos os jornais na emissora, entre eles o Domingo Espetacular. Patrícia ressaltou que se esforçou para atender todas as demandas. 

"Nunca tive um Feedback negativo sobre meu trabalho, nem hoje. Me adaptei a todos os desafios. Fui para a madrugada com um filho pequeno e depois para outra ponta da madrugada, em menos de 2 anos", disse.

'Reformulação'

A Record TV afirmou, em nota oficial, que realiza uma reorganização em suas frentes de trabalho em um momento "em que todo o mercado de mídia, da televisão aberta e dos demais veículos, passa por um período de reformulação de seus investimentos".

A empresa diz que trabalha para conquistar novos investimentos para seus negócios. "Desligamentos foram necessários, mas com respeito ao ser humano acima de tudo, às leis e às regras trabalhistas", finaliza o comunicado. 

Os cortes estão ocorrendo em todas as áreas da emissora, inclusive afiliadas. Os critérios são salários alto e produtividade. A área de Teledramaturgia deve ficar de fora, pois está sob gestão da Igreja Universal. 

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