Quem é Giovanna Reis, ex-namorada de Alanis Guillen alvo de medida protetiva

Atriz relatou ameaças de exposição pública e encontros indesjeados por parte da ex após o término.

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 11:45)
Jovem mulher usando camisa cortada e boné laranja em praia com árvores e água ao fundo, em ambiente ao ar livre com clima ensolarado.
Legenda: Produtora fez posts racistas, xenofóbicos e gordofóbicos quando era adolescente.
Foto: Reprodução/Instagram.

O nome de Giovanna Reis se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais nos últimos dias. Isso porque ela virou alvo de uma medida protetiva expedida pela ex-namorada dela, a atriz Alanis Guillen, e aceita pela Justiça do Rio de Janeiro.

Segundo o processo, divulgado pela Folha de São Paulo, a intérprete da personagem Lorena em "Três Graças", da TV Globo, enfrentou uma série de atitudes insistentes de contato por parte da ex​, além de perseguição e ameaças sobre a vida privada.

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Quem é Giovanna Reis?

Carioca de 28 anos, Giovanna mantinha até recentemente uma presença tímida nas redes sociais. Ela é conhecida por trabalhar como produtora e gerente de projetos em um estúdio de arte e design.

Ela e Alanis teriam se conhecido em 2022, pouco depois do encerramento das gravações de "Pantanal", e logo engataram um namoro. O relacionamento durou cerca de quatro anos, até culminar em uma polêmica ocorida no início deste ano.

Polêmicas envolvendo postagens antigas

Em março, viralizaram prints de postagens feitas por Giovanna em 2012, quando ela tinha 14 anos, com teor racista, homofóbico, transfóbico e gordofóbico.

Mulher com cabelo castanho escuro, expressão séria, ao ar livre próximo a uma piscina ou corpo de água, fundo com tons de azul e verde
Legenda: Quando as publicações eclodiram na mídia, Giovanna chegou a pedir desculpas. "Eu era menor de idade, atravessada por questões psicológicas difíceis e por uma revolta interna que eu não sabia como lidar", disse.
Foto: Reprodução/Rede Sociais.

Um dos trechos publicados no X revela que ela teria dito por exemplo, que "negro é legal só às vezes". Já em outra declaração, a produtora teria citado a ex-BBB Ariadna a chamando de "travesti mongolóide".

Com a polêmica, Alanis anunciou o fim do relacionamento e veio a público reforçar que considerava esse tipo de comportamento inaceitável. "Pauto a minha trajetória pela integridade e pelo respeito, e é assim que seguirei, sempre", disse.

Violência psicológica, perseguição e constrangimento

Alanis apontou, ao pedir a medida protetiva, que o término levou Giovanna a incomodar colegas de trabalho, anexando mensagens e registros feitos por testemunhas a favor dela.

O caso, assinado no dia 29 de abril pela Justiça do Rio, foi considerado como violência psicológica, perseguição e constrangimento indevido, citado em caráter de urgência. Para a decisão, a Justiça considerou a Lei Maria da Penha. 

"A reiteração das condutas descritas indica risco concreto de agravamento da situação, com potencial lesão à integridade psicológica, à privacidade e à tranquilidade da requerente", diz o documento. 

Giovanna Reis está, conforme decisão da Justiça, proibida de manter qualquer tipo de contato com Alanis, assim como deve manter distância mínima de 300 metros da atriz. A produtora também não deve fazer comentários públicos sobre a ex-namorada. 

Procurada pela Folha de São Paulo, a produtora diz que não está autorizada a falar sobre o caso.

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