Condenada pelo planejamento do assassinato dos próprios pais em 2002, Suzane von Richthofen teria recebido R$ 500 mil da Netflix para a realização de um documentário sobre a vida dela.
A produção, que tem título provisório de “Suzane Vai Falar”, ainda não estreou e nem tem data prevista de lançamento, mas trechos do depoimento concedido por ela para o filme surgiram nas redes sociais nesta semana.
A informação do pagamento é do colunista Gabriel Vaquer, da Folha de São Paulo. O jornalista contactou a Netflix, que afirmou não divulgar detalhes sobre as próprias produções.
O pagamento teria sido feito de forma direta à Suzane, que atualmente cumpre a pena em regime aberto. Além dela, outras pessoas ligadas a ela também foram pagas pelo uso de imagem e para concederem entrevistas.
Uma dessas, segundo o colunista, foi o médico Felipe Zecchini Muniz, atual marido de Suzane.
Além do recebimento de dinheiro, o contrato estabelecido entre a Netflix e Suzane prevê vínculo “vitalício” de confidencialidade sobre o acordo.
Ela está, ainda, impedida de dar entrevistas para veículos e concorrentes da plataforma de streaming por um período especificado em contrato.