Emoção no reencontro de pai e filha de 9 anos dada como morta após sequestro pelo Hamas; vídeo
Emily Hand, assim como outros 16 israelenses, estavam sob cárcere do Hamas
A libertação de reféns pelo Hamas, nesse sábado (25), gerou momentos emocionantes como o registrado pelas Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês). O vídeo mostra o momento em que uma menina de 9 anos, que chegou a ser dada como morta, reencontra o pai.
Emily Hand, assim como outros 16 israelenses, estavam sob cárcere do Hamas. Inicialmente, Israel acreditava que ela tinha sido uma das vítimas fatais do ataque a um festival de música e a kibutzim, em 7 de outubro. A suspeita durou poucos dias, já que ela passou a ser listada como sequestrada.
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O vídeo mostra o reencontro de Emily com o pai, Thomas Hand, que é irlandês e mora em Israel há mais de 30 anos.
Emily Hand reunited with her father after 50 days of captivity in #Gaza pic.twitter.com/YkY2grF1sW
— Michael A. Horowitz (@michaelh992) November 26, 2023
Acordo
O sábado marcou o segundo dia de acordo de Hamas com Israel por um cessar-fogo temporário na Faixa de Gaza. Desde o começo do novo conflito, mais de 10 mil palestinos foram assassinados pelas forças israelenses, sendo quase metade desse contingente composta por crianças.
O trato levou à liberação de 17 reféns pelo Hamas, sendo 13 deles israelenses — oito crianças e cinco mulheres — e quatro estrangeiros, que não tiveram as nacionalidades divulgadas.
O exercito local divulgou os nomes dos 13 reféns israelenses:
- Shoshan Haran, de 67 anos
- Adi Shoham, de 38 anos, filha de Shoshan
- Yahel, de 3 anos, filha de Adi
- Naveh, de 8 anos, filho de Adi
- Shiri Weiss, de 53 anos
- Noga Weiss, de 18 anos, filha de Shiri
- Maya Regev, de 21 anos
- Hila Rotem, de 12 anos
- Emily Hand, de 9 anos
- Noam Or, de 17 anos
- Alma Or, de 13 anos
- Sharon Avigdori, de 52 anos
- Noam Avigdori, de 12 anos, filha de Sharon
A decisão pela libertação dos reféns foi informada pelo Catar, um dos mediadores do acordo entre Israel e Hamas. Antes, o grupo extremista havia decidido adiar a soltura até que Tel Aviv (cidade israelense) se comprometesse com a permissão da entrada de caminhões de ajuda humanitária na região norte do território palestino.
Houve uma série de divergências de informações de porta-vozes de ambos os lados em conflito e os mediadores — Catar e Egito — intensificaram suas ações para viabilizar a soltura dos reféns.