Ceará e Fortaleza perdem em noite duplamente ruim

Nem alvinegros nem tricolores comemoraram na última quarta-feira (20)

Técnico Tiago Nunes faz gesto com a mão e Vojvoda observa
Legenda: Técnicos Tiago Nunes e Juan Pablo Vojvoda amargaram resultados ruins na mesma noite
Foto: Thiago Gadelha

A noite de lua cheia da quarta-feira não foi nada romântica e bela para o futebol cearense no Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil.

No Castelão, o Ceará até que reuniu condições para vencer o time do Palmeiras, no primeiro tempo, pelas oportunidades surgidas com Fernando Sobral, Erik e Vina.

Na única bola do Verdão no gol do Ceará, Zé Rafael bateu falta, com categoria, e fez 1 X 0,  o que impactou no comportamento negativo do Alvinegro, no segundo tempo.

Buscando o ataque, sem o jogo mais equilibrado da fase inicial, o time de Tiago Nunes deu espaços para um recuado Palmeiras contra-atacar.

Deiverson recebeu de Scarpa e, na falha de marcação de Gabriel Lacerda, praticamente encerrou a missa do Alvinegro na noite.

Cléber, já nos estertores, diminuiu e nada mais aconteceu. Sem ganhar, o Ceará ampliou complicada situação.

Fortaleza

No Mineirão, pela Copa do Brasil, a lua cheia iluminou o Atlético, que dobrou o Fortaleza de forma acachapante. Se julgarmos que havia uma expectativa maior em torno do Fortaleza.

Nos primeiros minutos, Felipe Alves e Crispim já impediram que o time mineiro abrisse os trabalhos mais cedo.

O Tricolor até que procurou sustentar linhas adiantadas, mas foi castigado por isso.
Antes de meia hora de jogo, o placar de 2 X 0 já prenunciava um resultado de proporções altamente negativas.

Com o terceiro gol marcado, o Atlético levou para o segundo tempo uma situação de absoluta tranquilidade, o que se comprovou com o quarto marcado por Zaracho.

Aliás, diríamos que a supremacia da equipe de Cuca ficou expressa na forma como os gols foram assinalados.

A jogada de Keno para Zaracho e deste para Hulk cabecear foi coisa de recital, da mesma maneira que o último gol marcado pelo argentino, jogando por cima de Felipe Alves, foi uma pintura.

Depois disso, tudo mais foi paisagem.

Tanto cá como lá, deu ruim.