A nossa essência

Confira a coluna desta quarta-feira (2) do comentarista Wilton Bezerra

Raphinha comemora gol pelo Brasil
Legenda: O atacante Raphinha foi um dos destaques do Brasil na vitória contra o Paraguai
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

Até num "rachão" dá para se perceber quando o futebol é praticado com prazer.

Posso estar tomado pelo exagero, em função da exibição da Seleção Brasileira contra o Paraguai.

Me passa pela cabeça que, de repente, o nosso time livre dos rigores de um futebol de marcação,  pode ser mais do que tem sido.

É preciso dar asas à imaginação de Vinícius Junior, Antony, Paguetá  e Raphinha.

No um contra um, contra dois, contra três e quem mais aparecer.

Só que tem o diabo da recomposição, o jogar sem a bola e arremessam o que é bonito para trás.

Ninguém paga ingresso para ver futebol de marcação.

Embora exista quem negue, o nosso futebol tem essência própria.

E ontem, nas alterosas, deu para  percebê-la.

Pena que tão rápido como a glória da flor.

Infelizmente.