Análise: Complexo do Pecém leva a economia do Ceará a novas fronteiras de crescimento

Completando 20 anos, porto - que virou complexo industrial - tem muito a comemorar e a crescer

Pecém
Legenda: Porto do Pecém faz 20 anos
Foto: Camila Lima

O crescimento da economia do Ceará nos últimos anos passa indubitavelmente pela consolidação do Complexo do Pecém como uma poderosa engrenagem produtiva.

Claro que a capacidade de geração de riquezas advém de várias frentes, com o comércio e os serviços ainda representando uma fatia enorme do PIB estadual.

Mas a atração de investimentos de grande porte ao Complexo — como a CSP (Companhia Siderúrgica do Pecém) que rapidamente transformou a pauta exportadora do Estado — configura um impulso vigoroso à economia estadual, dinamizando e diversificando o que se produz nestas terras.

Poder produtivo

O que, 20 anos atrás, começou como um porto, hoje é um vibrante conglomerado de empresas, agregando negócios de diversas áreas. Além da supracitada siderúrgica, operam apenas na área industrial do Complexo empresas de peso, como Aço Cearense, Aeris Energy, Apodi, Votorantim, Gerdau, White Martins e outras.

E o horizonte é alvissareiro. Nos próximos anos, o Complexo do Pecém pode se tornar um dos principais berços das energias renováveis no mundo com a instalação do hub de hidrogênio verde, de onde partirá energia produzida no Ceará para abastecer outros países.

A parceria com Roterdã, uma cartada que colocou o empreendimento cearense num patamar superior de maturidade, tornou o Pecém ainda mais atraente para os negócios.

Essa joia da economia cearense, relevante geradora de empregos e riquezas, completa duas décadas em bonança, quebrando recordes e mirando novas fronteiras. Os próximos 20 anos prometem.



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