Sem medalhas para o Brasil, dia olímpico teve bom início no vôlei e eliminações em outros esportes

Meta do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) é superar os 19 pódios da Rio 2016

Zanetti
Legenda: Artur Zanetti vai em busca de terceira medalha olímpica
Foto: Ricardo Bufolin/CBG
No esporte é difícil cravar resultados. São muitas projeções e perspectivas, mas o fator surpresa pode aparecer. Nas Olimpíadas, então, o planejado pode sair do “script” em um milésimo de segundo. O inesperado veio para o ginasta Arthur Nory, que ficou de fora das finais da ginástica artística.
 
Bronze no solo, na última edição das Olimpíadas e campeão mundial da barra fixa, ele era um dos que figuravam entre os favoritos ao pódio. 
 
Arthur Zanetti, nas argolas, Diogo Soares, no individual geral e Caio Souza, no salto e individual geral, se classificaram para as finais. Pode pintar medalha para o Brasil.
 
 
No primeiro dia em que já havia medalhas sendo disputadas, nada de pódio para atletas brasileiros. No judô, os dois representantes no peso-ligeiro, Gabriela Chibana e Eric Takabatake, foram eliminados logo nas oitavas de final. 
 
Campeã Mundial em 2019, Nathalie Moellhausen era uma das esperanças de medalhas na esgrima, mas foi derrotada na primeira rodada.

Vôlei

A esperança por medalhas segue por conta do vôlei, que tanto na quadra (masculino), como na praia (Agatha e Duda; Alisson e Álvaro), estreou com vitória.
 
A expectativa agora está por conta da estreia de seleção feminina, neste domingo (25), às 9h45. É daí que pode aparecer uma medalha surpresa.
 
O último ciclo olímpico foi conturbado para as mulheres, mas o time figura entre as cinco forças do vôlei mundial. O período é de renovação e a mistura de gerações com as quais a equipe foi a Tóquio, pode render bons resultados. 
 
No mesmo dia tem estreia cearense no vôlei de praia. Rebecca entra em quadra com Ana Patrícia, às 23h, contra a dupla do Quênia, Makokha e Khadambi e são candidatas ao pódio. É nesse horário que outra representante do Estado também vai iniciar as disputas. Adriana "Doce", a ponta direita da seleção de handebol é uma das 10 estreantes em Olimpíadas,  do grupo.
 
As Olimpíadas estão apenas no começo.
 
E nos Jogos que já surpreendem apenas por existir, mesmo diante de tantas adversidades por conta da pandemia, "resultados surpresa" são praticamente esperados.


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