Os novos compromissos e desafios da indústria 5.0 do Ceará

A atividade industrial de hoje é bem diferente da do início deste Século XXI. Há obrigações ambientais, sociais e corporativas a cumprir. e mais: Beto Studart celebra 80 anos

Escrito por
Egídio Serpa egidio.serpa@svm.com.br
Legenda: Sócios e diretores das empresas que receberam o Selo ESG/Fiec posam ao lado de Ricardo Cavalcante, na Casa da Indústria
Foto: Fiec / Divulgação
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Há novos ventos a enfunar o barco da indústria do Ceará, que navega em alta velocidade no mar do progresso, e tudo tem a ver com novos tempos, novos e mais difíceis desafios, novas tecnologias, mercados mais exigentes, mão de obra obrigatoriamente mais qualificada e linhas de produção sofisticadas, bem semelhantes às das fábricas do Primeiro Mundo, e só ver como produzem a M. Dias Branco, a Durametal, a Esmaltec, a Samaria Rações, a 3 Corações, a Alvoar e as principais empresas da construção civil, para citar algumas, todas operando na ponta tecnológica.  

Mas há um aspecto da atividade industrial cearense que merece hoje todos os encômios e louvores públicos, uma vez que revela outra boa novidade: o seu compromisso com os bons princípios da gestão ambiental, das relações sociais justas e da transparência administrativa, o que significa engajamento às diretrizes da Organização das Nações Unidas (ONU).  

Nos tempos de hoje, não basta à empresa produzir em escala para atender à demanda crescente e obter lucros recordes. Ela precisa de produzir 1) respeitando o meio ambiente, 2) interagindo com seu conjunto de colaboradores e 3), de quebra, rejeitando qualquer apelo ao ilegal, ao mal-feito, ao suborno, à corrupção. É assim que se enquadra a indústria mundial 5.0, em cujas trilhas caminha a largo passo, e na direção certa, a indústria cearense. 

Dito isto, vamos ao que interessa: nesta semana, a Federação das Indústrias do Ceará (Fiec) entregou a mais quatro empresas industriais cearenses – Grendene, Cimento Apodi, Nova Eólica Cajucoco e Harmony Empreendimentos – o Selo ESG-Fiec e, ainda, promoveu a renovação do mesmo selo anteriormente concedidos às empresas Durametal, Naturágua e Alimempro.   

São todas elas empresas que operam em diferentes segmentos da atividade industrial, um claro sinal de que está toda a indústria do Ceará – sob a liderança da Fiec, presidida por Ricardo Cavalcante – decidida a palmilhar a nova estrada do desenvolvimento econômico que é bem diferente daquela que existia até a primeira década deste Século XXI.  

“Estamos aqui para reconhecer indústrias que compreenderam que resultado e responsabilidade não são forças opostas, mas sim dimensões que se fortalecem mutuamente”, disse sob aplausos o presidente da Fiec no ato de entrega do Selo. Ricardo Cavalcante não escondeu sua alegria com os números atuais do Selo ESG/Fiec: 

“Nada menos que 92 empresas já ingressaram nessa jornada. Hoje, alcançamos a marca de 40 empresas certificadas e sete já conquistaram a recertificação. Esses resultados nos mostram que, na indústria cearense, a sustentabilidade deixou de ser discurso e passou a ser uma prática cotidiana. Tornou-se bem mais do que um diferencial competitivo, passou a ser critério de competitividade”, disse ele com o entusiasmo do locutor que narra um gol de placa 

Retomando o fio da meada: a indústria do Ceará – que, no último mês de março, fez a I Feira da Indústria Fiec no Centro de Eventos, mostrando para o cearense o que produz, onde e como produz, para onde vai essa produção e quem a consome – navega agora em águas profundas e seu horizonte é o infinito.  

BETO STUDART CELEBRA HOJE COM AMIGOS SEUS 80 ANOS  

Hoje, às 21 horas, no buffet La Maison, o multiempresário cearense Beto Studart celebrará com a multidão de seus amigos sua matrícula no Clube dos Octogenários (assim mesmo, com maiúsculas).  

Com cara, corpo, mente e agilidade juvenis, Beto é, e faz um bom tempo, referência na arte de empreender aqui e fora daqui. Construiu – com fé em Deus e o apoio de sua mulher Ana Maria e de seus filhos – um conjunto de empresas que são líderes em cada área de sua atuação, incluindo a construção civil, a incorporação imobiliária, o mercado financeiro e, também, a área social que opera por meio da Fundação Beto Studart.  

O aniversariante de hoje tem enfrentado desafios de toda ordem, e até aqui os venceu com extrema e invejável galhardia. Muito recentemente, driblou um tumor no pulmão esquerdo, extraído pela tecnologia da medicina robótica manuseada por hábeis mãos de um cirurgião especializado.  

Mas quem é Beto Studart? Eis algumas respostas:   

“Tudo o que ele faz é bem-feito e contribui para o desenvolvimento econômico e social do Ceará”, como testemunha seu amigo e colega Fernando Cirino Gurgel. Jorge Parente, ex-presidente da Fiec, afirma: “A indústria e a própria economia do Ceará muito devem ao Beto”. Para o presidente da Fiec, Ricardo Cavalcante, “o que brilha no Beto é a luz do seu misericordioso coração”. Cláudio Targino, talvez o seu mais próximo amigo, resume Beto Studart numa frase: “Beto está e sempre esteve além do seu tempo”. Pura verdade.  

Ao novo e querido oitentão, esta coluna formula, com a graça de Deus, votos de parabéns e de longa vida. 

SOBRAL PROMOVERÁ FEIRA DA AGROPECUÁRIA 

Nos próximos dias 27, 28 e 29 deste mês de maio, a Federação da Agricultura e Pecuária do Ceará (Faec) – em parceria com a Prefeitura de Sobral, o Senar-Ceará e o Sindicato Rural sobralense – promoverá o II Agro Sobral, uma feira agropecuária que reunirá toda a cadeia produtiva do município e da região em seu entorno. 

O evento acontecerá no Centro de Convenções de Sobral e de sua programação constam o Encontro dos Produtores Rurais o Encontro das Mulheres do Agro da Região Norte. Haverá um espaço para o artesanato regional, com destaque para as peças feitas com palhas de carnaúba e de bananeira.  

Durante os três dias do II Agro Sobral, a carreta da Faec/Senar estará estacionada no local do evento, operando como um verdadeiro centro prestador de serviços.  

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