Cearense 3e Soluções é finalista para acessar o mercado de capitais
É um concurso promovido pelo Rota Fácil, da BEE4, que investirá R$ 5 milhões em empresas que desejam abrir o capital
Empresa cearense com atuação na área da eficiência energética, a 3e Soluções está entre as 15 finalistas do Rota Fácil, primeiro concurso brasileiro voltado exclusivamente à preparação de pequenas e médias empresas interessadas em acessar o mercado de capitais.
Aproximadamente R$ 5 milhões em subsídios serão distribuídos às 10 empresas vencedoras, média de R$ 500 mil por companhia, suficientes para viabilizar o processo de listagem no âmbito do novo Regime Fácil da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O resultado será anunciado no dia 22 de abril. A 3e Soluções tem bases de operação em Fortaleza e em São Paulo.
O Rota Fácil, da BEE4, representa um movimento estruturado para ampliar o acesso das pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras ao mercado de capitais. A BEE4 é uma entidade autorizada pela CVM a operar um mercado organizado para negociação de valores mobiliários de PMEs, criando um ambiente regulado que funciona como uma “porta de entrada” mais simples e estruturada para empresas que ainda não têm porte para acessar a bolsa de valores tradicional. Quem presta consultoria à 3e Soluções nesse processo é o economista Célio Fernando, com 30 anos de experiência em finanças corporativas.
“Estar entre as finalistas do Rota FÁCIL é um reconhecimento importante da trajetória da 3e Soluções e do potencial que temos para crescer ainda mais. O acesso ao mercado de capitais abre novas possibilidades de investimento, acelera nossa expansão e fortalece a governança da empresa, permitindo ampliar o impacto do nosso trabalho em eficiência energética”, como diz Mauricio Gonçalves, CEO da 3e Soluções.
O mercado de capitais é o ambiente em que empresas e investidores se encontram para viabilizar investimentos de médio e longo prazos. Na prática, uma empresa que quer crescer e expandir sua produção pode captar recursos por meio da emissão de ações ou outros valores mobiliários. Em vez de recorrer apenas a empréstimos bancários, ele convida investidores a participarem do seu negócio.
Esses investidores aplicam recursos esperando retorno financeiro, seja pela valorização das ações, seja pela distribuição de lucros. É, portanto, um sistema que conecta quem precisa de dinheiro para empreender com quem tem dinheiro para investir, sob regras definidas e fiscalização de órgãos reguladores.
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