Agência reguladora norte-americana recomenda dose de reforço da Janssen dois meses após a primeira

Segundo a Johnson & Johnson, fabricante da vacina, a dose extra aumenta eficácia contra casos graves de 70% para 94%

A imagem mostra frascos com a vacina Janssen em frente à logo da farmacêutica Johnson & Johnson.
Legenda: Segundo a farmacêutica Johnson & Johnson, dose extra aumenta eficácia da vacina de 70% para 94%.
Foto: Shutterstock

A agência reguladora norte-americana (Food and Drug Administration, FDA, pela sigla em inglês) recomendou nesta sexta-feira (15) a aplicação de dose de reforço da vacina Janssen contra a Covid-19. A informação está no G1.  

Atualmente, a vacina produzida pela farmacêutica da Johnson & Johnson é administrada uma só vez e, segundo a FDA, está autorizada para aplicação apenas em adultos

De acordo com a Johnson & Johnson, porém, uma dose extra é capaz de aumentar de 70% para 94% a eficácia da vacina na prevenção de casos moderados e graves da doença. 

O comitê científico da FDA que fez a recomendação sugere que a aplicação do reforço seja no mínimo dois meses após a primeira. A recomendação não é definitiva, nem obrigatória. 

Diálogo com Anvisa 

No último dia 27 de agosto, representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reuniram com representantes da Johnson & Johnson para discutir a aplicação de doses de reforço do imunizante. 

À época, a agência reguladora brasileira solicitou acesso aos estudos realizados sobre a efetividade da proteção extra.  


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