Em certo momento, o Flamengo vendeu suas joias e importou jogadores com maior experiência que não vingaram na Europa.
Paquetá e Vinícius Júnior foram. Entre os que vieram, estava Gerson.
Essa inversão até que trouxe bons resultados.
Mas, fica a pergunta: quando o time vai ter um ídolo criado no próprio clube?
Há quem diga que essa história de ídolos está sepultada no futebol.
Outros grandes clubes têm agido da mesma forma. Até parece que o objetivo único é vender jogador e pegar no dinheiro.
Endrick, ainda nas fraldas, já tinha saída negociada do Palmeiras para o Real Madrid.
É aquilo que observamos há muito tempo nos nossos comentários: quem vende os melhores artistas não pode oferecer o espetáculo.
Acrescente-se que, à esta altura, estamos negociando jogadores, mesmo de qualidade mediana.
Deu negócio, tá feito.
Enquanto isso, vejo notícia destaque: "Sete veteranos que jogam na Europa devem voltar ao futebol brasileiro".
E, para falar a verdade, pelo nível de futebol que se joga atualmente, ainda darão um tremendo "caldo".
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