Tarifaço de Trump: o dia em que o Brasil ficou pequeno
Imagine acordar e descobrir que a maior economia do mundo decidiu que seus produtos valem 50% menos. Foi exatamente isso que aconteceu com o Brasil nesta semana. Donald Trump — sim, ele voltou ao centro do jogo — anunciou uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. A justificativa? Proteger os americanos. O efeito?
O real enfraqueceu, o dólar subiu, a confiança despencou. E o Brasil… encolheu. Você pode achar que isso é assunto para analistas de mercado. Mas não é.
Isso é sobre o seu bolso, a sua família, a sua aposentadoria. É sobre o preço da gasolina, da carne, da conta de luz. É sobre o rendimento da sua poupança, que continua perdendo da inflação.
É sobre os seus investimentos, que talvez estejam todos no mesmo barco furado — o Brasil. Não se trata de pânico. Mas de uma constatação dura: quem concentra tudo no Brasil vive num castelo de areia. E agora a maré subiu.
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Enquanto isso, quem entendeu que a economia não tem fronteiras já está com parte do patrimônio blindado. Diversificou. Se educou. Não apostou tudo num único governo, moeda ou continente. No jogo financeiro global, ignorância não é desculpa — é risco.
E quem só acorda quando o dólar passa de R$ 6, ou quando o Trump decide jogar pesado, sempre chega tarde. A pergunta que fica é: você vai continuar dependendo de decisões alheias? Ou vai finalmente aprender a jogar o jogo do dinheiro com inteligência, estratégia e visão global?
Porque o mundo não vai parar pra esperar quem ainda não entendeu as regras.
*Esse texto reflete, exclusivamente, a opinião do autor.