A alça é um item importante ?
Escrito por
Redação
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Alça de segurança, alça de teto, cabide, segura punho. Com tantos nomes, esse artigo é indispensável ao carro
Você sabia que a alça de segurança é mais antiga do que o cinto de segurança? Atualmente, no mercado, existem vários tipos de alças de segurança e de preços variados. Porém, foi com o Fusca na década de 60 que esse item se popularizou no Brasil.
Cabide: Além da segurança, a alça é usada para dar apoio ao sair do carro FOTO: JOTA POMPÍLIO
Diferente do que há hoje, uma das alças do Fusca - o carro mais vendido do século 20 - encontrava-se acima do porta-luvas e a outra atrás, com um formato de um laço.
Carlos Alberto, 70 anos, funcionário público aposentado, quando não dirige, "não abre mão" da alça de teto no lado do passageiro. Para ele, mesmo com o cinto de segurança, a alça dá mais apoio em situações bruscas, repentinas. "Parece besteira, mas na hora de escolher um modelo de carro para comprar, deixei-o de lado por não ter a alça".
Carlos informa que para sua idade e da mulher também, de 72 anos, o acessório vira uma peça fundamental na hora de sair do veículo.
"Depois de estacionar, minha mulher, que tem um pouco de dificuldade de se locomover, ao sair, a primeira coisa que ela faz é girar, colocar as pernas para fora do carro e com a mão direita na alça, levanta-se do banco. Sem a alça, seria quase impossível ela se levantar sozinha", pondera o aposentado.
Assim como as alças já foram moda, hoje elas estão em desuso. Por economia, isto é, para evitarem gastos maiores na planilha, muitos modelos de várias marcas saem de fábrica sem o acessório com a desculpa de não encarecer o modelo no produto final.
Este fato, para Flávia Macêdo, 32, bancária, é uma pena já que virou costume andar de carro segurando a alça. "Acho que este gesto adquiri desde adolescência, quando meu pai dirigia e eu ficava com uma mão alça. "Sem dúvida, a alça de teto ajuda na curva, em freadas e na hora de sair do carro", conta.
Real motivo
Para Claider Fernandes, gerente da Belfort - autorizada Peugeot, dentre tantas funções que o acessório oferta, o principal é a segurança que ele impõe. Para especialistas, quem recorre a alça o faz por dois motivos: o primeiro é quando o passageiro sente que o motorista não dirigem bem. Por isso, popularmente se expressando, adquiriu o apelido "p.q.p". A segunda é que o motorista é bom, mas a pessoa gosta de controlar tudo e se sentir mais segura.
Mais informações
Av. Barão de Studart
Número: 2270
Fone: (85) 4008-5300
http://www.belfortautomoveis.com.br/
belfort@belfortautomoveis.com.br
Você sabia que a alça de segurança é mais antiga do que o cinto de segurança? Atualmente, no mercado, existem vários tipos de alças de segurança e de preços variados. Porém, foi com o Fusca na década de 60 que esse item se popularizou no Brasil.
Cabide: Além da segurança, a alça é usada para dar apoio ao sair do carro FOTO: JOTA POMPÍLIODiferente do que há hoje, uma das alças do Fusca - o carro mais vendido do século 20 - encontrava-se acima do porta-luvas e a outra atrás, com um formato de um laço.
Carlos Alberto, 70 anos, funcionário público aposentado, quando não dirige, "não abre mão" da alça de teto no lado do passageiro. Para ele, mesmo com o cinto de segurança, a alça dá mais apoio em situações bruscas, repentinas. "Parece besteira, mas na hora de escolher um modelo de carro para comprar, deixei-o de lado por não ter a alça".
Carlos informa que para sua idade e da mulher também, de 72 anos, o acessório vira uma peça fundamental na hora de sair do veículo.
"Depois de estacionar, minha mulher, que tem um pouco de dificuldade de se locomover, ao sair, a primeira coisa que ela faz é girar, colocar as pernas para fora do carro e com a mão direita na alça, levanta-se do banco. Sem a alça, seria quase impossível ela se levantar sozinha", pondera o aposentado.
Assim como as alças já foram moda, hoje elas estão em desuso. Por economia, isto é, para evitarem gastos maiores na planilha, muitos modelos de várias marcas saem de fábrica sem o acessório com a desculpa de não encarecer o modelo no produto final.
Este fato, para Flávia Macêdo, 32, bancária, é uma pena já que virou costume andar de carro segurando a alça. "Acho que este gesto adquiri desde adolescência, quando meu pai dirigia e eu ficava com uma mão alça. "Sem dúvida, a alça de teto ajuda na curva, em freadas e na hora de sair do carro", conta.
Real motivo
Para Claider Fernandes, gerente da Belfort - autorizada Peugeot, dentre tantas funções que o acessório oferta, o principal é a segurança que ele impõe. Para especialistas, quem recorre a alça o faz por dois motivos: o primeiro é quando o passageiro sente que o motorista não dirigem bem. Por isso, popularmente se expressando, adquiriu o apelido "p.q.p". A segunda é que o motorista é bom, mas a pessoa gosta de controlar tudo e se sentir mais segura.
Mais informações
Av. Barão de Studart
Número: 2270
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