Trump desmoraliza democracia dos EUA, e o mundo vê ao vivo

Em Pequim, com certeza, o presidente Xi Jiping deve ter pensado em enviar mensagem ao vice-presidente dos EUA, Mike Pence, oferecendo toda a duríssima expertise chinesa no tratamento a baderneiros

Aconteceu o inacreditável! 

O presidente Donald Trump desmoralizou hoje, quarta-feira, 6, o governo e a democracia da República dos Estados Unidos da América, a maior potência econômica e militar do mundo.

Ela foi transformada por Trump e seus loucos seguidores em uma República de Bananas.
 
Uma multidão de apoiadores republicanos, estimulada pelo próprio Trump, invadiu o Capitólio, o imponente edifício sede do Parlamento norte-americano, tomou posse do seu plenário e de vários gabinetes de parlamentares, que tiveram de fugir para não sofrerem agressões.

Tudo transmitido em cores e ao vivo pela televisão para todo o planeta.

Em Pequim, com certeza, o presidente Xi Jiping deve ter pensado em enviar uma mensagem ao vice-presidente dos EUA, Mike Pence, oferecendo toda a duríssima expertise chinesa no tratamento a baderneiros.
 
Pence estava dentro do Capitólio, presidindo a sessão do Senado que confirmaria a eleição de Joe Biden, quando a invasão começou, o que obrigou sua segurança a retirá-lo de lá.

Em Moscou, quem também deve ter tomado um susto com as imagens exibidas na tevê foi o todo poderoso presidente Vladimir Putin, que, nas pegadas do seu colega chinês, deve ter tido a mesma ideia de oferecer ajuda ao combalido governo de Washington.

Xi Xiping e Putin devem ter se perguntado se o prédio do Congresso dos EUA não tem segurança capaz de impedir sua invasão por meia dúzia de arruaceiros. Os dois, certamente, fizeram uma promessa conjunta: “Vamos ensiná-los a dar proteção aos seus deputados e senadores”.

Em Jerusalém, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi outro que ficou pasmo diante do que ainda está vendo desde o meio da tarde desta quarta-feira. 

“Vou mandar o pessoal do Mossad dar uma ajuda ao FBI. O que está acontecendo em Washington é incrível”, deve ter pensado alto o chefe do governo israelense.

Até as 19 horas de hoje, o que mais chamava a atenção na baderna de Washington era a ausência da Polícia e da Força Nacional.

Dava a impressão de que tudo havia sido previamente combinado para permitir a invasão, com violência, das dependências do Capitólio, com o detalhe de que a polícia não deveria ser mobilizada no primeiro instante, mas só quando todo o planeta tivesse assistido à desmoralização da democracia norte-americana, em um movimento estimulado pelo próprio chefe da Nação, o desmiolado Donald Trump.

Ele terá o mais melancólico e lamentável fim de governo da história recente e remota dos EUA.

Não se surpreendam se, após transmitir, no próximo dia 20, o poder ao seu eleito sucessor, o democrata Joe Biden, o hilário Donald Trump for alvo de investigações do FBI, que apurará uma série de denúncias contra ele e suas empresas.

Este é o mais triste momento da vida do povo norte-americano. 

Tudo por culpa da irresponsabilidade e da incompetência do antidemocrático presidente Donald Trump, que acaba de ter cassado pelo povo o seu sonho de reeleição.

Este texto já estava pronto e editado, quando chegou a informação de que o governo da Venezuela, liderado pelo ditador Nicolas Maduro, emitiu nota mostrando sua preocupação com o futuro da democracia dos EUA.

Não falta mais nada. Trump produziu a tempestade perfeita.

 



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