Os temperamentos
Escrito por
Redação
producaodiario@svm.com.br
GERALDO MENEZES BARBOSA
Jornalista, escritor
É comum acompanharmos pela TV o estilo cênico e comportamental de homens poderosos como Bush, Fidel, Morales, Chávez e Lula, obedecendo a seus temperamentos inatos. Como reagem eles sob o impulso hormonal de suas glândulas de secreção interna, onde decisões extremas tomariam rumos imprevisíveis, a partir de um ato de bom senso substituído por um conflito bélico, ensangüentando a bandeira da paz. A História guarda esses registros. Em função dessas glândulas o homem ri, chora, odeia, ama ou mata. Daí a exigência de aprendizagem específica e sabedoria aprimorada a fim de refrear tendências aéticas ou inconseqüentes. Segundo o sociólogo padre Nivaldo Monte, no seu livro ´Os Temperamentos´, são quatro os grupos dos temperamentos humanos: coléricos, sanguíneos, melancólicos e fleumáticos, assunto já estudado por Hipócrates (400 a.C.) e atualmente em tela, ante o recrudescimento de tipos de violência inimagináveis ou passividades constrangedoras, com exemplos de decadência moral e ética tão a gosto de certos figurões da política, dos três poderes e da aristocracia... Entre coléricos e fleumáticos, sanguíneos e melancólicos, pontificam os responsáveis pela paz social ou aqueles partícipes de facções políticas de países emergentes, como o Brasil. E saber-se que esses líderes podem agir sob os impulsos das famigeradas glândulas de secreção interna. Isso aconteceu com Hitler. Seria a oportunidade de esticarmos nossa curiosidade na elasticidade de um estilingue de contato e estudarmos em que classificação temperamental estaria encaixada um Hugo Chávez, na sua obsessão para governar a América do Sul; Fidel Castro, tentando mumificar-se vivo em Cuba ou o nosso bravo presidente Lula, vencedor de gloriosas metas, na sua difícil maratona desenvolvimentista como chefe de estado ´deste país´, a seu modo emocional, bradando: ´pra frente, companheiros´. Vale a pena uma apreciação acurada sobre reações endócrinas, notadamente aqueles que gostariam de ajustar-se à realidade do seu destino, no seu mundo funcional, refreando cóleras ou flegmas egoístas e não sacrificando as estruturas em seu redor.
Jornalista, escritor
É comum acompanharmos pela TV o estilo cênico e comportamental de homens poderosos como Bush, Fidel, Morales, Chávez e Lula, obedecendo a seus temperamentos inatos. Como reagem eles sob o impulso hormonal de suas glândulas de secreção interna, onde decisões extremas tomariam rumos imprevisíveis, a partir de um ato de bom senso substituído por um conflito bélico, ensangüentando a bandeira da paz. A História guarda esses registros. Em função dessas glândulas o homem ri, chora, odeia, ama ou mata. Daí a exigência de aprendizagem específica e sabedoria aprimorada a fim de refrear tendências aéticas ou inconseqüentes. Segundo o sociólogo padre Nivaldo Monte, no seu livro ´Os Temperamentos´, são quatro os grupos dos temperamentos humanos: coléricos, sanguíneos, melancólicos e fleumáticos, assunto já estudado por Hipócrates (400 a.C.) e atualmente em tela, ante o recrudescimento de tipos de violência inimagináveis ou passividades constrangedoras, com exemplos de decadência moral e ética tão a gosto de certos figurões da política, dos três poderes e da aristocracia... Entre coléricos e fleumáticos, sanguíneos e melancólicos, pontificam os responsáveis pela paz social ou aqueles partícipes de facções políticas de países emergentes, como o Brasil. E saber-se que esses líderes podem agir sob os impulsos das famigeradas glândulas de secreção interna. Isso aconteceu com Hitler. Seria a oportunidade de esticarmos nossa curiosidade na elasticidade de um estilingue de contato e estudarmos em que classificação temperamental estaria encaixada um Hugo Chávez, na sua obsessão para governar a América do Sul; Fidel Castro, tentando mumificar-se vivo em Cuba ou o nosso bravo presidente Lula, vencedor de gloriosas metas, na sua difícil maratona desenvolvimentista como chefe de estado ´deste país´, a seu modo emocional, bradando: ´pra frente, companheiros´. Vale a pena uma apreciação acurada sobre reações endócrinas, notadamente aqueles que gostariam de ajustar-se à realidade do seu destino, no seu mundo funcional, refreando cóleras ou flegmas egoístas e não sacrificando as estruturas em seu redor.