Yamaha Crypton: boa e econômica para a cidade

Para quem deseja fugir de engarrafamentos, a Crypton, da Yamaha, é um caminho a mais, além de ser mais barata que as sccoters

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 10:04)

Simples. Assim é a Yamaha T 115 Crypton. Sua missão? Atrair clientes que desejam para fugir do ônibus  consumidor que busca um veículo fácil de dócil de pilotar e econômico. O motor monocilíndrico de 114 cm³, alimentado por carburador e com refrigeração a ar, é exemplo disso. Já o câmbio rotativo e a embreagem semiautomática a tornam fácil de conduzir.

Por outro lado, a Crypton apresenta porte relativamente robusto, com rodas de 17 polegadas que a ajudam a enfrentar as imperfeições das ruas brasileiras com mais conforto e segurança do que scooters de entrada como o Suzuki Burgman i e o Honda Lead 110.

Em termos de preço, a Crypton ED sai mais barata que as scooters normais. Todas essas vantagens se refletem no volume de vendas: no ano passado, o modelo da Yamaha foi responsável por vender 16.830 unidades, contra 10.137 e 3.837, respectivamente, dos dois concorrentes.

Para começar

Todos os itens de conforto já citados reforçam para fazer da Crypton ED uma moto afeita a iniciantes: a partida elétrica faz o motor pegar fácil; o afogador permite que o propulsor atinja temperatura ideal em poucos minutos; a transmissão com câmbio rotativo de quatro marchas e embreagem semiautimática geram trocas rápidas com apenas um toque no pedal, sem preocupação com o risco de o motor morrer nas arrancadas.

A motoneta só não é (ainda mais) dócil porque não possui câmbio CVT (continuamente variável), presente em todos os scooters.
Apesar do desempenho modesto, de 8,2 cv de potência (a 7.500 rpm) e 0,9 kgfm de torque (a 5.500 giros, a facilidade no manuseio da embreagem permite sair na frente dos carros no semáforo. A velocidade máxima de 100 km/h é suficiente para rodar em avenidas de trânsito rápido, porém restritiva para viagens em rodovias.

Outra grande qualidade é o baixo consumo de combustível: munida de válvula solenoide, que interrompe o fornecimento de combustível ao se tirar a mão do acelerador, a Crypton consegue gerar médias de até 38 km/l. Entretanto, a baixa capacidade do tanque, em parcos 4,2 litros, projeta autonomia na casa de 140 quilômetros e reforça a vocação estritamente urbana.