Sob a égide das propinas

Confira a coluna desta terça-feira (18) do comentarista Wilton Bezerra

Escrito por
Wilton Bezerra jogada@svm.com.br
Legenda: Foi um tempo em que o "propinoduto" fez maletas de dinheiro vivo voarem entre Zurique (sede da Fifa) e Rio de Janeiro
Foto: reprodução

Antecessor de João Havelange, sir Stanley Rous não recebia nem salário pelo cargo que ocupou como presidente da FIFA, entre 1961 e 1972.

À frente da entidade, o brasileiro João Havelange mudou tudo. Ampliou a Copa do Mundo e a tornou uma máquina de fazer dinheiro, aumentando os valores dos direitos de transmissão do torneio.

Foi um tempo em que o "propinoduto" fez maletas de dinheiro vivo voarem entre Zurique (sede da Fifa) e Rio de Janeiro.

Lembramos até de uma tenebrosa transação em forma de "mimo para uma criança".

Sandro Rosel (ex-presidente do Barcelona) enviou R$ 8,12 milhões para a filha de dez anos de Ricardo Teixeira.

Além de ex-genro de Havelange, Teixeira era membro do Comitê Executivo da FIFA.

Tempos muito "esquisitos".

Ora...

Assuntos Relacionados