Normalizamos a violência contra os profissionais: uma pressão fora de controle

Confira a coluna deste sábado (11) do comentarista Wilton Bezerra

Escrito por
Wilton Bezerra jogada@svm.com.br
Legenda: Leia a coluna do Wilton Bezerra, às 7h da manhã
Foto: Acervo Freepik

Agressões físicas ou morais a jogadores (nos estádios ou fora deles) por parte de torcedores fazem da profissão de futebolista, a única que  normaliza sofrer violência enquanto é exercida.

Caçar jogadores para tomar satisfações por resultados em aeroportos, restaurantes e outros lugares é coisa de trogloditas.

Considerar isso como paixão pelo clube, é inaceitável.

SEM INVENÇÕES

Vá lá que a "anarquia organizada" de certas formas de jogar tenham o seu valor.

Mas, em duelos de times de igual categoria, o jogo não seria mais interessante utilizando-se um 
4-3-3, com naturais variações?

Dois extremas, com a dinâmica das posições, e um centroavante.

E olha a pitada para melhorar o tempero: dois meias chegando pelos lados nas ações ofensivas.

Seria uma boa medida: atacar com cinco e se defender, na perda da bola, com um mínimo de cinco.

Receita simples para um futebol mais interessante de se ver.

Assuntos Relacionados