Na medida

Leia a coluna de Wilton Bezerra desta terça-feira (3)

Escrito por
Wilton Bezerra jogada@svm.com.br
(Atualizado às 20:58, em 08 de Fevereiro de 2026)
Legenda: Leia a coluna de Wilton Bezerra desta terça-feira (3)
Foto: Arquivo/CBF

SÓ LEMBRANDO - É uma dica. Explicação sobre uma coisa que está ausente dos campos brasileiros: o drible. Adiantando que essa habilidade de manobra é inseparável do futebol como grande arte. O drible resulta de uma sincronia da ginga de corpo com os pés. O driblador é um fingidor. Finge que vai perder ou dar a bola para o adversário e a recolhe no instante certo. Convém lembrar que, distintamente, a finta é o drible de corpo sem a bola. O drible e a finta vêm de um aprendizado ou de uma memória corporal. 

POSICIONAL - O jogo posicional (que não significa engessamento de posições) exige repetição de movimentos, ocupação racional do espaços, força física e mental para execução do planejado. Adicione-se a isso, para o protagonismo, ocupar o campo de ataque, fazer pressão e errar pouco para não ser surpreendido. Para atingir esses objetivos no jogo, é preciso tempo de treinamento. O que, geralmente, é negado aos treinadores. 

DANADO DE RUIM - Está claro que os jogos do estadual cearense se revestem de um baixo nível de qualidade. As razões.… Esqueçam. Os jogadores correm como nunca, lutam muito e erram demais. Apesar dos resultados ruins do Fortaleza, zebra mesmo nem no jogo do bicho.  

FRASE. Como é possível ganhar todos os jogos e desagradar? Ora, basta olhar que times foram enfrentados.

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