Em crise, o Ceará é derrotado pelo Operário

Confira a coluna desta segunda-feira (1º) do comentarista Wilton Bezerra

Escrito por
Wilton Bezerra jogada@svm.com.br
(Atualizado às 10:53)
Legenda: A campanha de Mozart no Ceará neste início de Série B é decepcionante
Foto: Ismael Soares / SVM

Nos primeiros 15 minutos, o Operário sentiu que "dava para jogar".

Fernando, ala do Ceará, deu bobeira e Pablo finalizou para bater na zaga.

A seguir, foi a vez do meio- campista Vinícius Diniz finalizar, sem marcação, por cima do gol alvinegro.

O Ceará só foi tomar tenência, depois disso, com um jogo posicional pela direita.

Com espaço ocupado por Dieguinho, Melk e Matheus Araújo, o Ceará criou situações de gol.

A melhor delas com Wendel, em grande defesa de Vagner, bom goleiro do Operário.

Aos 38 minutos, Melk recebeu um lançamento pelo meio da área. Com categoria, livrou-se da ação dos zagueiros e abriu a contagem.

Bem que o Ceará poderia ter conseguido um placar mais folgado. Foi melhor.

A segunda etapa reservou um desastre para o alvinegro.

Com 13 minutos, o Ceará tomou a virada. Boschila, de falta, e Gabriel Feliciano, em contra-ataque de manual, fizeram 2 x 1.

Para completar a "tragédia" alvinegra, Fernandinho foi expulso.

A partir daí, a "luz apagou" e o jogo sumiu.

O Operário recuou para garantir o que estava guardado.

Mozart fez alterações de cambulhada, o Ceará usou o coração para suprir a desvantagem, mas se perdeu no caminho.

"De agrado", o meio-campista Lucas Lima foi expulso (mais uma vez), aos 47 minutos.

A derrota num momento dificil gerou uma decisão da diretoria alvinegra: a demissão do treinador Mozart.

Na luta do rochedo contra o mar, quem perde é o crustáceo (o treinador).

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