Desrespeito pelos símbolos

Confira a coluna desta terça-feira (24) do comentarista Wilton Bezerra

Escrito por
Alexandre Mota alexandre.mota@svm.com.br
(Atualizado às 11:16)
Legenda: A Seleção Brasileira tem a camisa mais pesada do futebol mundial
Foto: reprodução

Escrevi, dias atrás, que quem destrói símbolos importantes de sua história tende a definhar.

Vejam as camisas de times de futebol, cujas cores e modelos são apelos maiores para conquistar adeptos.

Antes, um time possuía, no máximo, dois modelos imaculados de camisa.

Hoje, são até seis diferentes, para atender à uma tara pelo lucro em suas vendas.

Muitas delas chegam a  desrespeitar a tradição dos clubes.

Estampam tanta publicidade que não são mais tratadas de "mantos sagrados".

E, agora, o buxixo da hora gira em torno das novas camisas da seleção brasileira.

Em primeiro lugar, é bom adiantar o seguinte: a camisa do nosso escrete é um pedaço de pano amarelo, considerado  sudário do futebol Mundial.

Mas, parece não merecer respeito pelos idealizadores de seus modernos padrões.

Sugere que o brasileiro trate a seleção como "brasa". No uniforme azul, exorta-se o diabo.

Sinceramente, além da sanha mercadológica, a que se destina esse absurdo? 

Como diria a patuleia: "É muita ciência".

Um certo Nelson encontraria outra explicação: "Os idiotas perderam a modéstia".

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