A Seleção foi mal além da conta

Confira a coluna deste domingo (14) do comentarista Wilton Bezerra

Escrito por
Wilton Bezerra jogada@svm.com.br
(Atualizado às 08:55)
Legenda: Carlo Ancelotti avaliou o empate da Seleção Brasileira na Copa do Mundo
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Se a formação que foi a campo contra Marrocos já estava na cabeça de Ancelotti há bastante tempo, o treinador não raciocinou bem.

O Igor Thiago, com características de "caneleiro", como centroavante, foi uma má ideia.

Jogador de seleção brasileira tem que possuir um mínimo de intimidade com a bola.

Raphinha, por dentro ou aberto pela direita, foi de uma nulidade constrangedora. Teria que ser o primeiro substituído.

O Ibanez, o maior desastre. Desnorteado, pareceu um estreante na seleção.

Casemiro e Paquetá ... esquece.

Vinícius Júnior salvou a seleção do abismo, é verdade.

Mas, depois do gol, exagerou nas jogadas individuais em prejuizo do passe, do jogo coletivo.

No esforço para consertar o time do vareio levado na primeira etapa, o treinador brasileiro mexeu em cinco posições.

Isto é, as escolhas para a formação que começou jogando não derivaram de felizes conclusões.

Por pouco, apesar da boa qualidade da seleção do Marrocos, o time brasileiro não perde para ele mesmo.

Tinha que ter sido tão ruim assim?

Arre!

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