A Seleção foi mal além da conta
Confira a coluna deste domingo (14) do comentarista Wilton Bezerra
Se a formação que foi a campo contra Marrocos já estava na cabeça de Ancelotti há bastante tempo, o treinador não raciocinou bem.
O Igor Thiago, com características de "caneleiro", como centroavante, foi uma má ideia.
Jogador de seleção brasileira tem que possuir um mínimo de intimidade com a bola.
Raphinha, por dentro ou aberto pela direita, foi de uma nulidade constrangedora. Teria que ser o primeiro substituído.
O Ibanez, o maior desastre. Desnorteado, pareceu um estreante na seleção.
Casemiro e Paquetá ... esquece.
Vinícius Júnior salvou a seleção do abismo, é verdade.
Mas, depois do gol, exagerou nas jogadas individuais em prejuizo do passe, do jogo coletivo.
No esforço para consertar o time do vareio levado na primeira etapa, o treinador brasileiro mexeu em cinco posições.
Isto é, as escolhas para a formação que começou jogando não derivaram de felizes conclusões.
Por pouco, apesar da boa qualidade da seleção do Marrocos, o time brasileiro não perde para ele mesmo.
Tinha que ter sido tão ruim assim?
Arre!