A reima de Ceará e Fortaleza

Confira a coluna desta quinta-feira (4) do comentarista Wilton Bezerra

Escrito por
Wilton Bezerra jogada@svm.com.br
(Atualizado às 15:34)
Legenda: O Clássico-Rei é o principal confronto da história do futebol cearense
Foto: Thiago Gadelha / SVM

NA CORDA BAMBA

A mania que o Ceará tem de "navegar no mais ou menos" precisa ter um fim. Por isso mesmo, terminou na corda bamba na série A e acabou caindo. Agora, na Série B, abraça essa história de uma produção "mais ou menos", tem uma derrocada e não pode cair mais do que caiu. Deseja um treinador "bom de vestiário", como se apenas essa qualidade bastasse. Futebol tem cada uma.

"REIMA"

O Ceará vence o Operário no primeiro tempo por 1 x 0. Com apenas 13 minutos da segunda etapa, toma dois gols e tem um jogador expulso. Perdeu o jogo. O Fortaleza abre a contagem diante do Vitória com mais um golaço de Vitinho. Tem um jogador expulso e, "de "agrado", comete uma penalidade. Acabou, também, derrotado por 2 x 1. "Praga de madrinha" passa longe de tanta "reima".

NOSSOS TREINADORES

Não torcemos o nariz para treinadores brasileiros. Ainda temos profissionais com conceitos testados e aprovados. Devemos é dar descontos para as dificuldades que antigos e novos enfrentam. Trabalhar com jogadores medianos e repatriados (em alguns casos ) é um entrave. Com limitações, o pulo para um futebol "feijão com arroz" sem tempero é inevitável. Torcida e dirigentes exigem, como dizia Gentil Cardoso, que o treinador seja "guia, dê vista aos cegos e muleta aos aleijados".

PERDA

No futebol de alto desempenho e vitórias, não há mais paciência para derrotas e irregularidades. Daí, não se formar um bom time sem trepidações. Calendário absurdo esfola fisicamente os jogadores, numa prova de que, mesmo na glória, há perdas no caminho. Aos sobreviventes, as batatas.

O 7 X 1

O maior vexame em Copas, a mãe de todas as derrotas.

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