CAPTEI: Pequim é cultura, Shanghai é brilho — e ninguém resiste

Entre templos, praias e capitais imperiais, David Moura do Carmo, figura conhecida do jet set, mantém o ritual anual que une espiritualidade, luxo e geopolítica do bom gosto

Escrito por
Jeritza Gurgel jeritza.gurgel@svm.com.br
Legenda: Ásia por David Moura do Carmo e Johan Olsson

Como manda o figurino do jet set bem-nascido, David Moura do Carmo e Johan Olsson cumpriram, mais uma vez, o ritual anual de um mês pela Ásia. 2025 não fugiu à regra — e o roteiro veio com pedigree. A largada foi espiritual, no Nepal, seguida por uma escala solar em Phuket e a clássica visita a Bangkok, antes do pouso triunfal na China, agora queridinha dos brasileiros graças à recente isenção de vistos.

Pequim apareceu em sua melhor forma: dias claros, frio elegante e zero turismo de massa. Dezembro, dizem os insiders, é quando a capital chinesa veste seu smoking. A Cidade Proibida, restaurada e ainda mais majestosa, exigiu planejamento digno de Estado: ingresso reservado com antecedência e passaporte em mãos. Temple of Heaven e Palácio de Verão — este, especialmente charmoso no inverno — completaram o roteiro cultural de primeira linha.

Na mesa, o protagonista foi o pato de Pequim. O estrelado do Peninsula fez bonito, mas o Aman Summer Palace roubou a cena.

O encontro com Fernando, Laís e Abelardo Targino, Aline Goes e a carioca Karla Petrone deu tom social ao Natal — sem peru, com pato laqueado.

Daí, Hangzhou e o Amanfayun, onde luxo rima com silêncio e monges cruzam jardins. Final em Shanghai: helicóptero no Peninsula, luzes, finanças e, para os mais up to date, a antiga concessão francesa. Pequim é cultura; Shanghai, brilho. Ambas, irresistíveis.

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