Brasil, o permanente campeão do mundo

Leia a Coluna desta sexta-feira (12)

Escrito por
Tom Barros tom.barros@svm.com.br
Legenda: A Seleção Brasileira não chega para a Copa do Mundo 2026 entre as favoritas
Foto: Nelson Terme/ CBF

Vi algumas pesquisas sobre a possibilidade de a Canarinho ganhar a Copa do Mundo de 2026. A maioria das consultas revela a descrença dos torcedores brasileiros. Certamente, os resultados nada animadores contribuíram para o ceticismo predominante. 

Outro fato é o tempo de jejum. São 24 anos sem título mundial. As novas gerações foram alimentadas pelos fracassos, desenganos e desilusões. O peso das eliminações em sequência gerou dúvidas, principalmente diante do sucesso europeu, somente quebrado pela Argentina na Copa do Catar, em 2022. 

Não perco a esperança. Vejo o Brasil campeão do mundo em todas as Copas. E só aceito desacreditar quando termina o jogo que o manda mais cedo de volta para a casa. Sempre coloco o Brasil entre os favoritos. E, desta vez, não será diferente. O Brasil está entre os que podem levantar a taça. 

Respeito os que estão colocando como favoritas as seleções da Espanha, França, Portugal e Inglaterra. São fortes candidatas. Concordo. Mas o Brasil também é favorito. Penso assim, nem que venha a sofrer uma nova decepção. 

 

Elo eterno 

 

A vida é feita de ganhos e perdas. Mas ganhamos mais. Nenhum país tem mais craques imortais do que o Brasil. Nenhum país tem mais títulos mundiais do que a Canarinho. Dirão, talvez, que isso é coisa do passado. Ora, não existe presente sem passado. 

 

Orgulho quebrado 

 

A Europa se orgulha de estar ganhando quase tudo. Realmente, tem tido vantagens nas últimas décadas: 2006, Itália; 2010, Espanha; 2014, Alemanha; e 2018, França. Mas, em 2022, no Catar, a Argentina trouxe para a América do Sul o título mundial. Quebrou a sequência europeia. Logo...  

 

Exportação 

O futebol europeu se alimenta do talento brasileiro. Basta ver o número de jogadores brasileiros que atuam no futebol europeu. Meninos, aos primeiros sinais de talento com a bola, ainda nos cueiros são levados para a Europa. Casos de Vini, Rodrygo, Estêvão, Endrick, João Pedro... 

 

Joias 

 

Não posso negar a superioridade dos europeus no tocante à estrutura física dos clubes, à privilegiada situação financeira e ao elevado padrão aquisitivo. Mas, quando se trata de talento, a situação é outra. O Brasil é o melhor. Não por acaso os olheiros europeus concentram as suas atenções nas joias produzidas aqui. 

 

Campeoníssimo 

 

O Brasil é o campeão permanente. Na atual Copa do Mundo, somente a Alemanha poderá igualar o número de títulos com o Brasil. Assim, para ultrapassar a Canarinho, terá de esperar mais quatro anos. Até lá, o Brasil continuará no topo, mesmo que tenha de dividir o trono com a Alemanha, caso esta seja a campeã da Copa 2026.  

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