2026, a bola da vez

Leia a Coluna desta quinta-feira (1)

Escrito por
Tom Barros tom.barros@svm.com.br
Legenda: Jogadores da Seleção Brasileira comemoram gol
Foto: @rafaelribeirorio / CBF

Chegou. Um ano diferente para o futebol. Tem Copa do Mundo. Desta vez, 48 países disputarão a competição. Pela primeira vez, juntos três países a sediarão: Estados Unidos, Canadá e México. Não sei bem a razão, mas não gosto de evento espalhado assim. 

Expectativa é sobre a Seleção Brasileira, que terá uma novidade na Copa. Pela primeira vez, em disputa de tamanha magnitude, a Canarinho estará sob o comando de um treinador estrangeiro: Carlo Ancelotti. Esperança de quebrar um jejum que já vai para 24 anos. 

No âmbito local, o principal objetivo é a volta à Série A do Brasileirão. Se o ano de 2026 terminar sem o retorno à elite, tudo o que for conquistado será esquecido. O Campeonato Cearense e a Copa do Nordeste são apêndices. O que interessa é chegar entre os quatro melhores da Série B.  

Com relação à Seleção Brasileira. De nada adiantará voltar com um vice-campeonato, terceiro ou quarto lugar. O torcedor brasileiro não está nem aí para o título de vice-campeão. Se valorizasse a segunda colocação, não teria amaldiçoado o vice de 1950 e o vice de 1998. 

Longa a travessia. Duros desafios. O ano de 2026 pode trazer de volta o que 2025 nos levou: a graça e a beleza de um futebol de primeira. Então, mãos à obra. Que os fracassos registrados no ano passado sirvam de advertência e lição. Primeiro passo para o sucesso: pontuar muito, logo no primeiro turno. 

Assuntos Relacionados