Missa de sétimo dia de Oto de Sá Cavalcante será realizada em sede do colégio

Diretor-Presidente do Colégio e do Centro Universitário Ari de Sá Cavalcante morreu aos 80 anos.

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
04 de Julho de 2026 - 20:03
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Legenda: Oto nos corredores da sede Hildete de Sá Cavalcante, na avenida Washington Soares
Foto: Thiago Gadelha

A missa de sétimo dia pela memória de Oto de Sá Cavalcante será realizada nesta segunda-feira (6), às 19 horas, na cobertura da sede Washington Soares do colégio Ari de Sá Cavalcante, no bairro Sapiranga. A cerimônia será aberta ao público.

"Em memória do Dr. Oto de Sá Cavalcante, convidamos familiares, amigos e toda a comunidade para participarem da Missa de Sétimo Dia. Antecipadamente, agradecemos aos que comparecerem a este ato de fé e solidariedade cristã", escreveu o colégio Ari de Sá nas redes sociais.

Homenageado com Sereia de Ouro faleceu aos 80 anos

O empresário Oto de Sá Cavalcante era diretor-presidente do Colégio e do Centro Universitário Ari de Sá Cavalcante. Morto no último domingo (28), aos 80 anos, deixou esposa, cinco filhos e sete netos. A causa da morte não foi revelada.

O educador foi um dos homenageados com o Troféu Sereia de Ouro do ano passado. Na ocasião, o Colégio Ari de Sá, o Centro Universitário Ari de Sá (UNIARI) e a Arco Educação - Fortaleza declaram luto na segunda-feira (29) e na terça (30), e suspenderam todas as atividades previstas.

Primogênito do professor Ari de Sá Cavalcante (1918-1967), Oto tornou-se educador para dar continuidade ao legado do pai, herdando dele o entusiasmo pelos estudos e pela leitura.

Com apenas 18 anos, o então estudante do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Ceará tornou-se professor de matemática do Ginásio Farias Brito, instituição criada pelo professor Adualdo Batista em 1935 e dirigida pelo sócio Ari de Sá de 1941 a 1967.

Aos 21 anos, ele assumiu a administração da rede de ensino junto à família após o falecimento precoce do patriarca, aos 49 anos, unindo-se à diretoria aos 22 anos. 

"Foi um grande baque para nós, e eu tive que trabalhar no colégio por causa da morte do papai – de certo modo, para substituí-lo, junto com a nossa família. Nós ficamos trabalhando com o nosso sócio, e aí me apaixonei. Hoje eu tenho um prazer imenso em trabalhar com a educação. A educação é o serviço mais nobre que existe, porque ela forma todo mundo, ela forma todos os profissionais", disse Oto de Sá em entrevista ao Diário do Nordeste, em setembro do ano passado. 

 

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