Empate no clássico mantém tabu
Confira a coluna desta segunda-feira (14)
Armado num 4-4-2, com varíaveis, o Fortaleza foi melhor na primeira etapa.
Fez gol com Vitinho, teve gol anulado (impedimento) e urdiu mais jogadas no ataque.
Obedecendo a um 4-3-3, o Ceará não conseguiu grau de ofensividade que esse esquema pede.
Se o alvinegro imaginava o uso da bola longa para Saulo, foi exatamente isso que faltou.
Na fase derradeira, o volume de modificações de lado a lado manteve a boa disposição que os times tiveram para jogar.
Na qualidade, o jogo caiu.
O Ceará até que forçou mais as jogadas de ataque. Deu espaços para o contra-ataque, mas que o Fortaleza não fez acontecer.
Além de duas "beliscadas" com Paulo Baia, para o Fortaleza, lance pra levantar o
público somente o gol de Melk, aos 42 minutos, para empatar o clássico.
A manutenção do tabu foi comemorado pelo Ceará. O empate, para Fortaleza, não desceu tão redondo assim.