Deputados Agenor Neto e Davi de Raimundão saem de licença em ‘rodízio’ do MDB por suplentes na Alece

Audic Mota e Felipe Aguiar assumem cadeiras na Assembleia Legislativa do Ceará pelo período de 120 dias.

Escrito por Marcos Moreira marcos.moreira@svm.com.br
21 de Julho de 2026 - 15:57
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Legenda: Deputados estaduais Agenor Neto e Davi de Raimundão saíram de licença da Assembleia Legislativa do Ceará.
Foto: Júnior Pio/Alece.

Os deputados estaduais Agenor Neto (MDB) e Davi de Raimundão (MDB) saíram de licença da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) para tratar de assuntos particulares, por 120 dias. A medida faz parte do “rodízio” do MDB para deixar suplentes em exercício na Casa. 

Com a saída temporária dos deputados, as vagas ficam com Audic Mota (MDB) e Felipe Aguiar (MDB), 1º e 4º deputados suplentes da legenda emedebista. A medida foi oficializada nesta terça-feira (21), sendo divulgada nas redes sociais dos políticos. 

Contudo, os suplentes só atuarão no Plenário 13 de Maio após 1º de agosto, quando o Legislativo estadual encerra o recesso parlamentar. A primeira sessão ordinária do segundo semestre está prevista para 4 de agosto. 

Tanto Audic Mota quanto Felipe Aguiar já assumiram as cadeiras da Alece de forma temporária na atual legislatura. Em 2023, as licenças de Davi de Raimundão e Danniel Oliveira (MDB) permitiram o rodízio. 

Agora, uma nova rodada de licenças deixa os suplentes em exercício. No caso de Felipe Aguiar, a negociação também envolveu a indicação de indisponibilidade de Leonardo Araújo e Jacqueline Gouveia, 2º e 3º suplentes do MDB, respectivamente.

RODÍZIO DE LICENÇAS

O “rodízio” do MDB foi viabilizado via licença de interesse particular, modalidade na qual os titulares saem por até 120 dias e os parlamentares da suplência são convocados, ficando o salário e outros benefícios do cargo apenas para quem estiver em exercício.

A estratégia é usada pelos partidos para dar visibilidade aos que ficaram na suplência, principalmente antes do pleito eleitoral. Internamente, esse tipo de licença é encarado como uma forma de realizar um “rodízio partidário” e valorizar os políticos que ajudaram as siglas a alcançar o quociente eleitoral e, consequentemente, conquistar cadeiras na Alece.

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