A atriz Carolina Dieckmmann explicou, nesta quarta-feira (15), a razão pela qual não deu entrevistas sobre documentários em homenagem a Preta Gil.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, definido por ela como um "pedido de desculpa", Dieckmmann afirmou que o primeiro ano sem a melhor amiga tem sido difícil.
"Esse um ano da partida da Preta não é uma comemoração íntima. Então fica essa dicotomia. É estranho. Eu tentei, mas não tenho conseguido falar sobre isso", disse.
Na gravação, a atriz menciona os dois projetos audiovisuais feitos em homenagem à filha de Gilberto Gil - o documentário “Preta Gil – Eu Não Ando Só” e a série “Meu Nome é Preta” - que serão lançados na próxima segunda-feira (20), um ano após a morte dela.
Ambos contam com a participação de Dieckmmann. Entretanto, ela afirmou que não se sente preparada para comentá-los na internet ou na imprensa.
"Eu sei que esses documentários são comemorativos. É uma existência extraordinária. Eu vou aos eventos, mas sei que vai ser um dia difícil para mim. Não é um dia de comemoração", relatou.
"Espero que vocês me compreendam e, sempre que para mim for tranquilizador ou que eu sentir necessidade, eu vou falar dela, como eu venho falando, quando eu sinto. Mas nesse momento, né, que marca esse ano, está estranho, está difícil e eu realmente não consegui. Então é isso, eu queria pedir desculpa”, finalizou a atriz.
Morte de Preta Gil completa um ano
Em 20 de julho do ano passado, o Brasil se despediu de Preta Gil, aos 50 anos.
Ela estava em um tratamento contra o câncer colorretal desde 2023. No mesmo ano, ela chegou a ter remissão, mas os tumores reapareceram em agosto de 2024.
Neste ano, a cantora chegou a viajar para os Estados Unidos para um tratamento experimental contra a doença, mas faleceu por complicações da doença.