O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), afirmou neste sábado (19) que determinou máxima celeridade e rigor na investigação da morte da estudante de Direito Isabelle Caracristi, de 22 anos, encontrada no pátio de um condomínio no bairro Aldeota, em Fortaleza, na noite do último domingo (13).
Em publicação nas redes sociais, o chefe do Executivo estadual informou que a Polícia Civil e a Perícia Forense atuam para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
“Desde o começo, foi determinada máxima celeridade e rigor para investigar e esclarecer as circunstâncias. Desde o momento do ocorrido, a Perícia Forense e Polícia Civil estão atuando no caso”, escreveu Elmano.
O governador também lamentou a morte da universitária e manifestou solidariedade à família.
“Lamento profundamente esse acontecimento tão trágico e registro minha solidariedade aos familiares e amigos da jovem”, declarou.
Família cobra esclarecimentos
Isabelle foi encontrada morta no condomínio onde havia passado a morar recentemente com o namorado. Conforme revelou o Diário do Nordeste, a família soube do falecimento apenas na manhã de segunda-feira (14), quando a mãe da jovem, a professora Isorlanda Caracristi, foi ao prédio após não conseguir contato com a filha.
Segundo o relato da mãe, a última mensagem recebida de Isabelle foi uma declaração de amor, enviada na noite de domingo. A ausência de novas respostas chamou a atenção de Isorlanda, que afirmou manter contato frequente com a filha.
Em depoimento divulgado nas redes sociais, a professora também relatou preocupações com o relacionamento da universitária. Ela descreveu comportamentos que considerava possessivos por parte do namorado e afirmou que ele não entrou em contato com a família para comunicar a morte.
Causa da morte ainda é desconhecida
Em nota divulgada anteriormente, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que a Polícia Militar e a Perícia Forense foram acionadas para atender à ocorrência.
A pasta ressaltou que a causa da morte depende do resultado do laudo cadavérico. O caso é investigado pela 2ª Delegacia de Polícia Civil da Capital.