Estudo revisado sobre a polilaminina será publicado, diz cientista Tatiana Sampaio

Pesquisadora responsável pela pesquisa sobre o uso da proteína no tratamento de lesões medulares adiantou que versão revisada por pares foi aceita por publicação.

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Redação producaodiario@svm.com.br
Uma profissional de jaleco branco sorri sentada em seu escritório, destacando sua postura acolhedora no centro enquanto uma prateleira repleta de livros técnicos decora a parede ao fundo. O ambiente de trabalho conta com um notebook sobre a mesa de madeira e armários de arquivos suspensos, compondo uma cena organizada que transmite dedicação e autoridade em sua área de atuação.
Legenda: Pesquisadora Tatiana Sampaio informou que novo estudo sobre a polilaminina foi aceito por publicação, mas não detalhou qual e nem quando.
Foto: Divulgação.

Após críticas e admissão de erros em artigo sobre a polilaminina, a pesquisadora Tatiana Sampaio afirmou que novo estudo revisado por pares sobre a proteína foi aceito e será publicado em breve.

A afirmação foi feita pela cientista à Reuters, mas ela não informou qual publicação aceitou o estudo e qual a previsão. A proteína tem sido estudada por Tatiana como possível tratamento para lesões na medula espinhal em humanos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a substância para uso compassivo, no qual pacientes com doenças que não possuem tratamento podem pedir junto à Anvisa a aplicação de substâncias

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Tais pacientes não são acompanhados pela cientista e nem fazem parte de estudo oficial sobre a polilaminina. Segundo a farmacêutica Cristália, que investiu na aquisição da patente da substância, 84 pacientes já tiveram o uso compassivo autorizado.

Críticas

Apesar de ter chamado a atenção da opinião pública por resultados aparentemente promissores, a polilaminina não possui pesquisa publicada, inclusive com revisão feita por outros especialistas, o que é necessário para que ela seja reconhecida, .

Em março deste ano, a cientista reconheceu que um artigo prévio com os primeiros testes do uso da substância para tratar lesões medulares estava com erros e seria corrigido e revisado, inclusive em relação a dados e resultados. 

Na época, conforme o g1, a versão corrigida já havia sido apresentada a duas revistas, mas havia sido rejeitada por ambas.