Policial militar é preso suspeito de matar mulher em posto de combustível de Cariré

Testemunhas apontam que os dois tiveram discussão por "motivos fúteis" antes dele atirar na vítima.

Escrito por Beatriz Rabelo beatriz.rabelo@svm.com.br
06 de Julho de 2026 - 10:46 (Atualizado às 11:45)
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Legenda: O policial foi preso em flagrante após a ocorrência.
Foto: Reprodução/TV Verdes Mares.

Um policial militar de licença para tratamento de saúde, identificado como Caio Filizola de Paiva, atirou em uma mulher após discussão em posto de combustível na cidade de Cariré, no interior do Ceará. O caso ocorreu na madrugada desta segunda-feira (6), aproximadamente às 4h30, após discutirem por "motivos fúteis".

Conforme a Polícia Militar do Ceará (PMCE), o suspeito foi preso e conduzido à Delegacia Regional de Sobral, onde foi autuado por homicídio.

ERRAMOS (Atualização feita às 11h39):  Na primeira versão desta matéria, o Diário do Nordeste informou que o policial militar estava de folga, mas o afastamento se deve a uma licença para tratamento de saúde, segundo a PMCE.

A vítima foi identificada como Luena Rocha Melo e estava acompanhada do marido na área de conveniência do posto no Centro da cidade.

Caio Filizola estava consumindo bebidas alcóolicas antes da ocorrência.
Legenda: Caio Filizola estava consumindo bebidas alcóolicas antes da ocorrência.
Foto: Reprodução/Redes sociais.

Ao Diário do Nordeste, uma testemunha revelou que Caio e Luena tiveram um desentendimento. O policial à paisana, que consumia bebidas alcóolicas no estabelecimento, sacou a arma e atirou na vítima. Ele tinha ido sozinho ao bar.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado para socorrer a vítima, mas Luena faleceu ainda no local. 

Suspeito está em escolta policial 

A PMCE ainda detalhou que, no deslocamento para o presídio militar, o policial passou mal e foi socorrido para uma unidade hospitalar, onde segue sob escolta policial.

A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e do Sistema Penitenciário (CGD) afirmou ter instaurado procedimento administrativo disciplinar para apurar os fatos, tendo determinado o afastamento preventivo.

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