Iguatu (Sucursal) – A viúva do maestro Eleazar de Carvalho, Sônia Muniz de Carvalho foi homenageada, pelo Sistema Fecomércio, nesta cidade, com uma placa de reconhecimento pelos serviços prestados à divulgação da música clássica no Ceará. Na ocasião, ela lançou a idéia de implantação de uma escola de música para formação de jovens instrumentistas em parceria como SESC.
A homenagem aconteceu durante exibição da Orquestra Sinfônica do Festival Eleazar de Carvalho, marcando o encerramento da festa em louvor à padroeira de Iguatu, Senhora Sant’Ana. “O meu sonho é ver funcionar nesta cidade uma escola de música. Vou trabalhar para isso”, disse. “O maestro Eleazar de Carvalho falava com muito carinho sobre sua cidade natal. Ele queria muito bem a Iguatu”.
A vinda da Orquestra Sinfônica do Festival Eleazar de Carvalho foi uma homenagem da diretora do Festival, Sônia Muniz de Carvalho para os moradores desta cidade, onde nasceu o maestro em 1912. A apresentação ocorreu no patamar da Sé Catedral de Iguatu e a orquestra foi regida pelo maestro Emílio de César, sobrinho de Eleazar de Carvalho.
Essa foi a primeira vez que Iguatu recebeu uma orquestra sinfônica. Ela prometeu voltar no próximo ano, com a orquestra completa para uma nova apresentação durante o novenário em louvor à padroeira Senhora Sant’Ana. Essa data é propícia porque coincide com a realização do Festival Eleazar de Carvalho, no Centro Dragão do Mar, em Fortaleza. “A minha idéia é que a escola comece a funcionar no próximo ano”, disse Sônia de Carvalho. “Será uma escola para formação de músicos de instrumentos de corda”.
Sônia Muniz de Carvalho mostrou-se emocionada. Após receber a placa de reconhecimento, ela tocou no órgão a Ave-Maria, de Schubert, que foi cantada por um dos músicos da orquestra. Depois da apresentação, ela conheceu a casa onde nasceu o maestro, na Praça da Catedral, embora o imóvel há muitos anos foi reformado. “Ela se mostrou emocionada”.
A viúva do maestro Eleazar de Carvalho, em tom de descontração, lembrou que Eleazar ingressou na Marinha, em Fortaleza, para ser disciplinado. Essa foi à saída encontrada pelo pai dele. “Na marinha, ele viu que a comida dos músicos era melhor e, por isso, pediu ao maestro para ser músico e começou tocando tuba, que era o único instrumento disponível”.
O maestro Eleazar de Carvalho estudou música no Rio de Janeiro e nos Estados Unidos. Ele esteve à frente das maiores orquestras do mundo: Orquestra de Boston, Filarmônica de Viena, Filarmônica de Israel e todas as importantes orquestras da França, Bélgica e Itália. Em Paris fez sua estréia no Théâtre Champs Elysées e por vários anos foi diretor artístico.
No Brasil foi diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Brasileira, Sinfônica Municipal de São Paulo, Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Sinfônica de Recife, Sinfônica da Paraíba, e desde 1972 até sua morte, aos 84 anos, foi regente da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
A homenagem aconteceu durante exibição da Orquestra Sinfônica do Festival Eleazar de Carvalho, marcando o encerramento da festa em louvor à padroeira de Iguatu, Senhora Sant’Ana. “O meu sonho é ver funcionar nesta cidade uma escola de música. Vou trabalhar para isso”, disse. “O maestro Eleazar de Carvalho falava com muito carinho sobre sua cidade natal. Ele queria muito bem a Iguatu”.
A vinda da Orquestra Sinfônica do Festival Eleazar de Carvalho foi uma homenagem da diretora do Festival, Sônia Muniz de Carvalho para os moradores desta cidade, onde nasceu o maestro em 1912. A apresentação ocorreu no patamar da Sé Catedral de Iguatu e a orquestra foi regida pelo maestro Emílio de César, sobrinho de Eleazar de Carvalho.
Essa foi a primeira vez que Iguatu recebeu uma orquestra sinfônica. Ela prometeu voltar no próximo ano, com a orquestra completa para uma nova apresentação durante o novenário em louvor à padroeira Senhora Sant’Ana. Essa data é propícia porque coincide com a realização do Festival Eleazar de Carvalho, no Centro Dragão do Mar, em Fortaleza. “A minha idéia é que a escola comece a funcionar no próximo ano”, disse Sônia de Carvalho. “Será uma escola para formação de músicos de instrumentos de corda”.
Sônia Muniz de Carvalho mostrou-se emocionada. Após receber a placa de reconhecimento, ela tocou no órgão a Ave-Maria, de Schubert, que foi cantada por um dos músicos da orquestra. Depois da apresentação, ela conheceu a casa onde nasceu o maestro, na Praça da Catedral, embora o imóvel há muitos anos foi reformado. “Ela se mostrou emocionada”.
A viúva do maestro Eleazar de Carvalho, em tom de descontração, lembrou que Eleazar ingressou na Marinha, em Fortaleza, para ser disciplinado. Essa foi à saída encontrada pelo pai dele. “Na marinha, ele viu que a comida dos músicos era melhor e, por isso, pediu ao maestro para ser músico e começou tocando tuba, que era o único instrumento disponível”.
O maestro Eleazar de Carvalho estudou música no Rio de Janeiro e nos Estados Unidos. Ele esteve à frente das maiores orquestras do mundo: Orquestra de Boston, Filarmônica de Viena, Filarmônica de Israel e todas as importantes orquestras da França, Bélgica e Itália. Em Paris fez sua estréia no Théâtre Champs Elysées e por vários anos foi diretor artístico.
No Brasil foi diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Brasileira, Sinfônica Municipal de São Paulo, Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Sinfônica de Recife, Sinfônica da Paraíba, e desde 1972 até sua morte, aos 84 anos, foi regente da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.