Joana Prado rebate acusação de transfobia por criticar banheiro unissex nos Estados Unidos

A ex-modelo disse que o conteúdo foi mal interpretado, e que "o vídeo jamais teve a intenção de ser transfóbico ou homofóbico"

Escrito por Redação,

Zoeira
Joana Prado
Legenda: A ex-Feiticeira mandou um recado para as empresas que deixaram de patrociná-la depois da postagem do vídeo
Foto: Reprodução/Instagram

A ex-modelo Joana Prado usou as redes sociais na quarta-feira (20) para rebater as acusações de transfobia e homofobia que vem sofrendo por causa do vídeo publicado na semana passada em que aparece reclamando sobre o uso de banheiro unissex nos Estados Unidos.

"Não devo satisfação para ninguém. Aprendi que é muito mais importante viver de valores do que de preferências. Mas não posso admitir que a minha mensagem seja distorcida. O vídeo jamais teve a intenção de ser transfóbico ou homofóbico. Em momento algum eu questiono a sua escolha sexual", disse a ex-Feiticeira (assistente de palco do apresentador Luciano Huck).

"A minha empresa aqui nos EUA é uma companhia inclusiva, uma das minhas coachs é gay. Tenho diversos amigos gays, inclusive, tenho na minha família um trans, que amo de paixão. A minha mensagem está longe de ser contra essas pessoas. O fato de seu ser cristã não me dá nunca o direito de fazer isso, porque o meu Jesus é um pai que ama, que respeita e jamais aponta o dedo", acrescentou.

"A minha mensagem é de uma mãe preocupada com a segurança das suas filhas, pelo fato de elas poderem estar dividindo um banheiro público com um homem e correndo o risco de serem molestadas ou até mesmo estupradas. Minha luta é contra a pedofilia, o abuso e a violência sexual. Não posso admitir que as minhas filhas, de 12 e 13 anos, corram esses riscos. A minha luta é para que, juntos, a gente consiga evitar que isso continue acontecendo", afirmou.

Também durante a fala, Joana Prado relembrou o desaparecimento de quase 20 anos da cunhada, Priscila Belfort, irmã do lutador Vitor Belfort.

Recado aos ex-patrocinadores

No fim do pronunciamento, a ex-assistente de palco do programa H (TV Bandeirantes) mandou um recado para as empresas que deixaram de patrociná-la depois da postagem do vídeo que causou a polêmica:

"Se empresas que me patrocinam estão mais preocupadas com o meio ambiente do que com cuidado e proteção do ser humano, eu e minha família é que não queremos estar com essas empresas. Quero estar juntos com empresas e pessoas do bem, que lutam pelas mesmas causas. Não devo satisfação para ninguém, mas essa luta é minha, e a luta é contra essas pessoas que sofrem: vamos acabar com o tráfico de pessoas".

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