Suspeito de ataque a irmão de Eloá Pimentel e tenente da PM se entrega à polícia

Desde 2019, Pimentel integra o 1º Batalhão de Polícia de Choque “Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar” (Rota).

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
18 de Julho de 2026 - 11:08
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Legenda: A vítima estava à paisana quando sofreu a tentativa de homicídio.
Foto: Reprodução/ r_pimentels/Instagram.

Um suspeito de ter participado do ataque contra irmão mais velho de Eloá Cristina Pimentel, o tenente da Polícia Militar Ronickson Pimentel dos Santos, no dia 27 de junho deste ano, em São Caetano do Sul (SP), se entregou à Polícia Civil nesta sexta-feira (17), segundo informação é da Folha de São Paulo.

Contra ele, a Justiça já havia determinado prisão temporária. Outros quatro homens foram presos e mais seis foram mortos após o ataque ao oficial da PM.

O suspeito se apresentou no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) acompanhado de um advogado. Ele deve ser levado à audiência de custódia após prestar depoimento.

tenente Ronickson Pimentel dos Santos foi baleado na cabeça. Imagens de uma câmera de segurança mostram que o PM estava parado no semáforo em uma moto e à paisana, quando dois homens, também em uma moto, se aproximaram e dispararam contra o tenente. 

A vítima chegou a ser socorrida e levada para o hospital, mas o estado de saúde não foi divulgado.

Por meio de nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que a ocorrência foi encaminhada à Delegacia Sede de São Caetano do Sul e segue em andamento, com diligências para identificar e localizar os autores do crime. 

Desde 2019, Pimentel integra o 1º Batalhão de Polícia de Choque “Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar” (Rota).

CASO ELOÁ

O caso de Eloá teve repercussão nacional quando a jovem, de 15 anos, foi mantida em cárcere privado e morta pelo ex-namorado Lindemberg Alves, em 2008.

Eloá Pimentel foi rendida pelo ex-namorado Lindemberg no dia 13 de outubro de 2008 e mantida em cárcere privado por mais de cem horas no apartamento em que morava em um conjunto habitacional do Jardim Santo André, em Santo André, na Grande São Paulo.

Na noite do dia 17, a polícia invadiu o apartamento. A acusação diz que o rapaz atirou contra Eloá, causando a morte da ex-namorada.

Os dois namoraram por três anos e estavam separados havia um mês quando ocorreu o crime.

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