Tudo pronto para o II Mundial de Vaquejada de Itapebussu, que tem abertura oficial amanhã de tarde, no Parque Novilha de Prata. Hoje, porém, já acontecem treinos com cavalos e confrontos de vaqueiros profissionais brasileiros. O evento está reunindo os principais competidores de 9 países, totalizando 216 duplas de vaqueiros, das quais 200 são formadas por brasileiros. Ontem de manhã, a organização apresentou, oficialmente, as instalações onde ocorrerá a etapa final do evento. No final da tarde, foi realizada a tradicional Missa do Vaqueiro. Logo após, aconteceu o desfile dos vaqueiros mais antigos da região e a demonstração de “carreiras” entre os concorrentes. O evento é uma promoção da DS&A Produções e conta com apoio do Sistema Verdes Mares.
Para este ano, os organizadores esperam superar as expectativas de público. Na edição passada, segundo Tony Madureiro, coordenador internacional do evento e do cerimonial, foi registrado um público flutuante de cerca de 100 mil pessoas. ‘‘Este ano, a gente espera uma quantidade de público superior”, ressalta. Ele informa que os 8 países participantes são Colômbia, Cuba, Estados Unidos, México, Panamá, Uruguai, Venezuela, Costa Rica e Brasil. “Todos os vaqueiros participaram de eliminatórios internacionais e são os melhores do mundo”, disse. Tony Madureiro também é vaqueiro e um dos nomes mais fortes das disputas.
A realização do Mundial de Itapebussu foi idealizado por ele. Segundo contou, José Wilson, proprietário do Parque de Vaquejada Novilha de Prata, e o empresário Daniel Sidrim, da DS&A Produções, apostaram em sua idéia e hoje realizam o evento que é o maior do Norte e Nordeste em sua categoria.
José Wilson explica que Itapebussu já tem tradição na realização de vaquejadas. A primeira foi realizada em 1945 e desde então, anualmente, os vaqueiros se encontram para a festa. Segundo ele, embora o evento seja uma festa com raízes nordestinas, e que represente retorno econômico, sobretudo para o município, ainda há desafios a vencer na promoção. Ele diz que um evento deste porte traz muitas vantagens, pois tanto gera emprego para a comunidade como atrai turistas.
Para este ano, a premiação dos cinco primeiros colocados das quatro categorias - amador, universitário, profissional e master vai somar R$ 50 mil, isso já incluído o grande prêmio, que é um carro. “Porém o prêmio maior ainda é a própria participação do vaqueiro nas disputas”, completou José Wilson.
Para este ano, os organizadores esperam superar as expectativas de público. Na edição passada, segundo Tony Madureiro, coordenador internacional do evento e do cerimonial, foi registrado um público flutuante de cerca de 100 mil pessoas. ‘‘Este ano, a gente espera uma quantidade de público superior”, ressalta. Ele informa que os 8 países participantes são Colômbia, Cuba, Estados Unidos, México, Panamá, Uruguai, Venezuela, Costa Rica e Brasil. “Todos os vaqueiros participaram de eliminatórios internacionais e são os melhores do mundo”, disse. Tony Madureiro também é vaqueiro e um dos nomes mais fortes das disputas.
A realização do Mundial de Itapebussu foi idealizado por ele. Segundo contou, José Wilson, proprietário do Parque de Vaquejada Novilha de Prata, e o empresário Daniel Sidrim, da DS&A Produções, apostaram em sua idéia e hoje realizam o evento que é o maior do Norte e Nordeste em sua categoria.
José Wilson explica que Itapebussu já tem tradição na realização de vaquejadas. A primeira foi realizada em 1945 e desde então, anualmente, os vaqueiros se encontram para a festa. Segundo ele, embora o evento seja uma festa com raízes nordestinas, e que represente retorno econômico, sobretudo para o município, ainda há desafios a vencer na promoção. Ele diz que um evento deste porte traz muitas vantagens, pois tanto gera emprego para a comunidade como atrai turistas.
Para este ano, a premiação dos cinco primeiros colocados das quatro categorias - amador, universitário, profissional e master vai somar R$ 50 mil, isso já incluído o grande prêmio, que é um carro. “Porém o prêmio maior ainda é a própria participação do vaqueiro nas disputas”, completou José Wilson.