Segundo mandato: o que Elmano planeja mudar no seu secretariado

O foco, diz ele, é nas entregas do primeiro mandato e na reeleição de Lula

Escrito por
Inácio Aguiar inacio.aguiar@svm.com.br
Legenda: O governador disse que irá exigir dos partidos qualificação dos indicados para gerir as políticas públicas e entregas à população
Foto: Thiago Gadelha

Reeleito em primeiro turno após uma dura disputa com Ciro Gomes (PSDB), o governador Elmano de Freitas (PT) não pretende promover, pelo menos no primeiro momento, uma reforma administrativa para o segundo mandato.  

Ele admite discutir a formação do novo governo com os aliados, no momento oportuno, mas não no sentido de promover mudanças nas secretarias e órgãos estaduais. 

Em contato com esta Coluna após a confirmação da vitória nas urnas, o governador disse que está focado em entregar compromissos ainda assumidos neste primeiro mandato e também na reeleição de Lula, que enfrenta o segundo turno duro nacionalmente contra Flávio Bolsonaro (PL). 

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“A minha ideia é atuar na eficiência da máquina pública. Cobrar que nós possamos entregar mais com o que já temos. Vamos conversar com os aliados, mas num segundo momento. Agora é hora de entrega e de melhorar a votação do presidente Lula no Ceará”, declarou o governador do Estado.  

Ampla coligação 

Elmano de Freitas foi eleito ao governo do Estado com 53% dos votos válidos. A campanha teve o apoio de 14 partidos, uma das maiores coligações entre partidos e federações das eleições estaduais no País. 

Integraram a lista os seguintes partidos: PSB, PDT, PODE, MOBILIZA, PCDOB, PT , PV, REPUBLICANOS, PSD, MDB, PRD, SOLIDARIEDADE, PSOL e REDE.

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