O técnico italiano Carlo Ancelotti explicou a estratégia do Brasil na derrota para a Noruega por 2 a 1, neste domingo (5), nos EUA, que culminou com a eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo. Em campo, a Seleção Brasileira teve 35% de posse de bola, o menor índice da história do país.
“Era mais complicado fazer pressão alta, porque a Noruega baixava muito Odegaard, então era um risco para a velocidade de Haaland no um contra um”.
Apesar da escolha defensiva, o centroavante norueguês marcou os dois gols da vitória. Outro ponto questionado foi a decisão pelo volante Bruno Guimarães bater a cobrança de pênalti sofrida pelo país aos 12 minutos do 1º tempo em detrimento do atacante Vini Júnior. E Ancelotti revelou a lista.
“Fizemos uma estatística de um ano de jogadores rivais e dos nossos. O melhor a bater o pênalti é Neymar, depois Igor Thiago, depois Raphinha, depois Bruno Guimarães, depois Martinelli. Escolhemos Bruno Guimarães porque pensamos que era o melhor no campo”.
Deste modo, o Brasil acumula mais um fracasso no Mundial, agora sendo uma das piores campanhas da história do país, que não chegou sequer nas quartas de final. Para o próxima Copa, a tendência é de renovação completo do ciclo, com a manutenção de Ancelotti, que renovou até 2030.