Ancelotti explica Brasil recuado contra Noruega e escolha por Bruno Guimarães no pênalti

O técnico italiano concedeu coletiva após a eliminação na Copa do Brasil

Escrito por Alexandre Mota alexandre.mota@svm.com.br
06 de Julho de 2026 - 10:40 (Atualizado às 10:50)
capa da noticia
Legenda: Carlo Ancelotti renovou contrato com a Seleção Brasileira até o fim de 2030
Foto: Yuichi Yamazaki / AFP
Um oferecimento de:

O técnico italiano Carlo Ancelotti explicou a estratégia do Brasil na derrota para a Noruega por 2 a 1, neste domingo (5), nos EUA, que culminou com a eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo. Em campo, a Seleção Brasileira teve 35% de posse de bola, o menor índice da história do país.

“Era mais complicado fazer pressão alta, porque a Noruega baixava muito Odegaard, então era um risco para a velocidade de Haaland no um contra um”.
Carlo Ancelotti
Técnico da Seleção Brasileira

Apesar da escolha defensiva, o centroavante norueguês marcou os dois gols da vitória. Outro ponto questionado foi a decisão pelo volante Bruno Guimarães bater a cobrança de pênalti sofrida pelo país aos 12 minutos do 1º tempo em detrimento do atacante Vini Júnior. E Ancelotti revelou a lista.

“Fizemos uma estatística de um ano de jogadores rivais e dos nossos. O melhor a bater o pênalti é Neymar, depois Igor Thiago, depois Raphinha, depois Bruno Guimarães, depois Martinelli. Escolhemos Bruno Guimarães porque pensamos que era o melhor no campo”.
Carlo Ancelotti
Técnico da Seleção Brasileira

Deste modo, o Brasil acumula mais um fracasso no Mundial, agora sendo uma das piores campanhas da história do país, que não chegou sequer nas quartas de final. Para o próxima Copa, a tendência é de renovação completo do ciclo, com a manutenção de Ancelotti, que renovou até 2030.

Este conteúdo é útil para você?

Newsletter

Escolha suas newsletters favoritas e mantenha-se informado