Obras que farão parte do Complexo Yolanda e Edson Queiroz passam por processo de conservação

O espaço está previsto para ser inaugurado no dia 12 de novembro.

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
29 de Julho de 2026 - 18:44
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Legenda: Cada peça contribui para reconstruir a trajetória do casal, revelando aspectos da vida cotidiana.
Foto: Vito Moura.

A Universidade de Fortaleza (Unifor) divulgou nesta quarta-feira (29) imagens dos bastidores da inauguração do Complexo Yolanda e Edson Queiroz. Atualmente, as obras passam por processo de conservação para serem expostas.

Previsto para ser inaugurado no dia 12 de novembro, o espaço abrigou por anos o Espaço Cultural da Universidade de Fortaleza.

Toda a história do casal estará disponível à sociedade no Complexo Cultural Yolanda e Edson Queiroz.
Legenda: Toda a história do casal estará disponível à sociedade no Complexo Cultural Yolanda e Edson Queiroz.
Foto: Vito Moura.

Sob o olhar atento e as mãos cuidadosas dos restauradores, álbuns de fotografias, retratos pintados a óleo, livretos, peças de vestuário e santinhos que traduzem a fé da família Queiroz passam por um criterioso processo de conservação. 

Marcados pela ação implacável do tempo, esses objetos carregam fragmentos de uma trajetória construída por laços familiares, espírito empreendedor e um profundo apreço pela cultura e pelas artes.

HISTÓRIA DE FAMÍLIA

A mostra terá curadoria de Denise Mattar e cenografia de André Scarlazzari.
Legenda: A mostra terá curadoria de Denise Mattar e cenografia de André Scarlazzari.
Foto: Vito Moura.

Cada peça contribui para reconstruir a trajetória do casal, revelando aspectos da vida cotidiana, das tradições e do legado deixado para o Ceará e para o Brasil. 

Toda essa história estará disponível à sociedade no Espaço Yolanda e Edson, onde os visitantes terão a oportunidade de percorrer um trajeto sensorial e afetivo pela vida do casal cearense, cuja parceria transformou a história do Estado. 

A mostra terá curadoria de Denise Mattar e cenografia de André Scarlazzari.

João Leite, conservador das obras de artes do acervo da Fundação Edson Queiroz, contou que “a memória é uma história vivida e sentida, então existe toda uma carga afetiva, e essa importância está presente durante todo o processo”.

João Leite, conservador das obras de artes do acervo da Fundação Edson Queiroz.
Legenda: João Leite, conservador das obras de artes do acervo da Fundação Edson Queiroz.
Foto: Vito Moura.

ESTRUTURA E OBRAS

A primeira etapa do Complexo Yolanda e Edson Queiroz será o museu, que receberá, inicialmente, quatro exposições. 

Além do Espaço Yolanda e Edson Queiroz, também serão abertas ao público a Bienal de Arte da Fundação Edson Queiroz, que reunirá:

  • Mais de 160 obras de 40 artistas;
  • A mostra Constelações, com mais de 200 obras pertencentes à FEQ e que propõe um percurso pela história da arte no Brasil;
  • A exposição Escrevendo tempos: encontros, elos e fronteiras entre artistas do Ceará e do Mundo nas coleções cearenses, que apresentará 135 obras de artistas cearenses e internacionais;
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