Seleção Brasileira é a mais velha entre favoritas da Copa do Mundo 2026; veja ranking de idade

Com 28,65 anos, Brasil fica à frente de todas as cotadas em média de idade

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Redação jogada@svm.com.br
(Atualizado às 08:01)
Legenda: Casemiro é um dos jogadores mais experientes do elenco brasileiro
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Com a divulgação oficial das listas de convocados para a Copa do Mundo FIFA 2026, um fator estratégico salta aos olhos: o equilíbrio entre a juventude e a rodagem internacional.

Entre as dez seleções apontadas como as grandes favoritas ao título, a Seleção Brasileira assume o posto de elenco mais experiente, registrando a maior média de idade deste grupo de elite.

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Sob o comando de Carlo Ancelotti, o Brasil apresenta uma média de 28,65 anos, superando por pouco a rival Argentina, que aparece com 28,62 anos. A maturidade do elenco canarinho é reforçada pela presença de veteranos como o goleiro Weverton (38 anos), o lateral Danilo (34 anos), o volante Casemiro (34 anos) e o astro Neymar Jr (34 anos).

Ranking de idade das seleções favoritas à Copa do Mundo 2026

Abaixo, listamos as seleções favoritas ordenadas da maior para a menor média de idade. O contraste é evidente quando comparamos o Brasil ao Marrocos, que aposta em um grupo muito mais jovem para tentar repetir o sucesso do último mundial.

  1. Brasil: 28,65 anos.
  2. Argentina: 28,62 anos.
  3. Croácia: 27,88 anos.
  4. Alemanha: 27,50 anos.
  5. Portugal: 27,50 anos.
  6. Holanda (Países Baixos): 27,23 anos.
  7. Inglaterra: 26,62 anos.
  8. França: 26,54 anos.
  9. Espanha: 26,15 anos.
  10. Marrocos: 25,92 anos.

O panorama geral da Copa do Mundo

Embora o Brasil lidere entre as potências, o posto de seleção mais velha de toda a competição pertence ao Panamá, com uma média de 29,96 anos, impulsionada por jogadores como Alberto Quintero, de 38 anos. No extremo oposto, a Costa do Marfim surge como o projeto mais jovem do torneio, com média de apenas 25,35 anos, contando com promessas como Yan Diomande (19 anos) e Bazoumana Toure (20 anos).

A aposta brasileira na experiência sugere uma busca por estabilidade emocional e liderança em campo para suportar a pressão de um mundial. Resta saber se o vigor físico de seleções como a Espanha (26,15 anos) ou a França (26,54 anos) prevalecerá sobre a rodagem dos "vovôs" do Brasil e da Argentina na caminhada rumo à taça.

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