Peritos encontraram vestígios de sangue no apartamento. Mulher apontou local onde cometeu o crime
São Paulo. A Polícia de São Paulo fez na madrugada de ontem a reconstituição do assassinato de Marcos Kitano Matsunaga, 42, executivo da Yoki. Ele foi morto com um tiro na cabeça e esquartejado.
Câmara do elevador flagra Elize Matsunaga retornando ao apartamento sem as malas com parte do corpo do empresário FOTO: FUTURA PRESS
O objetivo da reconstituição era confirmar a versão dada por Elize Matsunaga, 38, mulher do executivo e que confessou o crime na quarta-feira. Ela disse que não teve ajuda para matar e desovar o corpo.
Elize acompanhou a reconstituição. Ela apontou aos peritos o local onde matou o marido e até onde arrastou o corpo.
Os trabalhos começaram na noite de quarta-feira, duraram aproximadamente seis horas e comprovaram a versão de Elize - que o executivo foi morto na sala e arrastado até um quarto, onde foi esquartejado, pois havia vestígios de sangue no trajeto.
Os peritos levaram um boneco para representar o executivo e usaram um reagente químico para localizar marcas de sangue no apartamento do casal, na zona oeste de São Paulo.
Durante a reconstituição do crime, a Polícia apreendeu 30 armas de diversos calibres e cerca de 10 mil projéteis no apartamento de Marcos Matsunaga. Ele era colecionador, e todas as armas estavam regularizadas.
A mulher do executivo afirmou aos policiais que a pistola usada contra ele havia sido um presente dado a ela pelo marido.
Imagens das câmeras de segurança do prédio onde o casal morava foram divulgadas na quarta-feira e mostram os últimos momentos do executivo. Também mostram a hora em que Elize desce até a garagem, pelo elevador de serviço, com as três malas que teriam sido usadas para transportar o corpo do marido.
Segundo a Polícia, a filha do casal Matsunaga, de 1 ano, estava no apartamento na noite em que ocorreu o homicídio. A criança estava dormindo em um dos quartos quando o executivo levou um tiro na cabeça após discutir com sua mulher, segundo confissão dela à Polícia.
Ciúmes
Aos policiais Elize disse ter matado Matsunaga com um tiro na cabeça após uma discussão, seguida de agressão, provocada por ciúmes.
Para a Polícia, ela contratou um detetive e descobriu que era traída. Na discussão na sala, disse, o marido a agrediu com um tapa. Ela, então, pegou uma pistola.380 mm e atirou nele.
Elize está presa desde o dia 4. Na quarta, a prisão dela foi prorrogada por mais 15 dias.
São Paulo. A Polícia de São Paulo fez na madrugada de ontem a reconstituição do assassinato de Marcos Kitano Matsunaga, 42, executivo da Yoki. Ele foi morto com um tiro na cabeça e esquartejado.
Câmara do elevador flagra Elize Matsunaga retornando ao apartamento sem as malas com parte do corpo do empresário FOTO: FUTURA PRESSO objetivo da reconstituição era confirmar a versão dada por Elize Matsunaga, 38, mulher do executivo e que confessou o crime na quarta-feira. Ela disse que não teve ajuda para matar e desovar o corpo.
Elize acompanhou a reconstituição. Ela apontou aos peritos o local onde matou o marido e até onde arrastou o corpo.
Os trabalhos começaram na noite de quarta-feira, duraram aproximadamente seis horas e comprovaram a versão de Elize - que o executivo foi morto na sala e arrastado até um quarto, onde foi esquartejado, pois havia vestígios de sangue no trajeto.
Os peritos levaram um boneco para representar o executivo e usaram um reagente químico para localizar marcas de sangue no apartamento do casal, na zona oeste de São Paulo.
Durante a reconstituição do crime, a Polícia apreendeu 30 armas de diversos calibres e cerca de 10 mil projéteis no apartamento de Marcos Matsunaga. Ele era colecionador, e todas as armas estavam regularizadas.
A mulher do executivo afirmou aos policiais que a pistola usada contra ele havia sido um presente dado a ela pelo marido.
Imagens das câmeras de segurança do prédio onde o casal morava foram divulgadas na quarta-feira e mostram os últimos momentos do executivo. Também mostram a hora em que Elize desce até a garagem, pelo elevador de serviço, com as três malas que teriam sido usadas para transportar o corpo do marido.
Segundo a Polícia, a filha do casal Matsunaga, de 1 ano, estava no apartamento na noite em que ocorreu o homicídio. A criança estava dormindo em um dos quartos quando o executivo levou um tiro na cabeça após discutir com sua mulher, segundo confissão dela à Polícia.
Ciúmes
Aos policiais Elize disse ter matado Matsunaga com um tiro na cabeça após uma discussão, seguida de agressão, provocada por ciúmes.
Para a Polícia, ela contratou um detetive e descobriu que era traída. Na discussão na sala, disse, o marido a agrediu com um tapa. Ela, então, pegou uma pistola.380 mm e atirou nele.
Elize está presa desde o dia 4. Na quarta, a prisão dela foi prorrogada por mais 15 dias.